Eusebio-Ce, 02 de outubro de 2008.
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 02/10/2008
SOMA, PSIQUE E PNEUMA: EU.
Sofro pressões do meu corpo, da soma de elementos que me formam como físico. É o corpo desta carne, como diria o apóstolo Paulo. Existo sob as interruptas influências de minha alma, de minhas emoções, sentimentos e interpretações psicológicas, cegados pela ilusão do meu sentir e julgar. Esta é minha alma desesperadamente enganada, enganosa e auto-enganada.
Sou, no entanto, chamado a não viver conforme o instinto que possa se opor ao amor, conforme as pulsões do mamífero de carne e sangue quentes. Sim! Sou chamado a amar meu corpo com o olhar do espírito, com consciência, e fazendo-o andar de acordo com a minha fé e percepção do que seja bom na vida, e que, certamente, deve ser o resultado da assimilação da Palavra de Deus no espírito.
Sou, também, chamado a não andar segundo os meus sentimentos, emoções ou pulsões psicológicas, pois, a vitória é fazer a alma acompanhar o espírito na decisão de realizar apenas o que seja fruto da consciência alimentada pelo amor.
Ora, como fazer? O que tenho a dizer embasado na Bíblia acerca do tema? Quero apenas dizer três coisas simples e práticas, e que busco fazer sempre que vejo a carne-corpo tentar levantar-se, e, também, quando vejo a alma desejar impor suas subjetividades sobre o caminhar, falsificando-me o significado do que seja realidade-verdade.
Faço sempre uma viagem para fora da Terra. Vou para fora da atmosfera ou até no sistema solar. E, de lá, olho o meu lugar no Planeta, e, também de lá, me pergunto o que aquilo que no instante na Terra me perturba, tem de significado uma vez que eu me distancie daquilo que se me apresenta como sendo problema.
Sinceramente, nada subsiste a tal olhar do Espaço. Ou, então, faço uma viagem para dentro das dimensões subatômicas. Entro nas vísceras do mundo micro e invisível aos olhos; e, de lá de dentro do elemento quântico, olho para fora, e ouço os argumentos dos gigantes que existem como matéria gerada pelos elementos invisíveis aos olhos, e, assim, ao ouvir tais gritarias de gigantes feitos de buracos entre elementos subatômicos, vejo que tudo aqui fora, é como um brigar de bonecos mondrongosos e excessivos, máquinas de carne e de pulsões de emoções eruptivas e cegas.
É guerra de Titãs enlouquecidos. Ou, então, faço o que Jesus mandou: Ponho-me no lugar do outro. Torno-me filho de seus pais, irmão de seus irmãos; sou criado como ele foi, vejo o que viu, sinto como se sente, penso como ele pensa — e, então, pergunto-me: O que eu desejaria que eu fizesse a ele se ele fosse eu? Então, sinto que meu espírito responde, e, assim, vence o instinto do mamífero e a volúpia de pulsões enlouquecidas de minha alma. Quem pensa e age assim, já andou mais da metade do caminho.
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Homenagem do Rotary Club de Campina Grande ao Romancista, Contista, Poeta, Teatrólogo, Tipógrafo e Autodidata Joaquim Maria Machado de Assis.
Joaquim Maria Machado de Assis, mestre em todos os gêneros literários, o mais fértil e correto escritor brasileiro. O maior escritor afro-descendente de todos os tempos. Sua vasta obra inclui também crítica literária. É considerado um dos fundadores da crônica no país, além de ser importante tradutor, vertendo para o português, obras como Os Trabalhadores do Mar, de Victor Jugo e o poema O Corvo, de Edgart Allan Poe. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e seu primeiro presidente, também chamada de Casa de Machado de Assis.
Filho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma lavadeira portuguesa da Ilha de São Miguel. Machado de Assis passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, onde sua família morava como agregada, no Rio de Janeiro. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco da sua infância e início da juventude. Ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Não freqüentou escola regular, mas, em 1851, com a morte do pai, sua madrasta Maria Inês, à época morando no bairro em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é provável que tenha assistido às aulas quando não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do país, ainda muito jovem. Em São Cristóvão, conheceu a senhora francesa Madamme Gallot, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de francês, que Machado acabou por falar fluentemente. Também aprendeu inglês, estudou alemão, sempre como autodidata.
De origem muito humilde, Machado de Assis iniciou sua carreira trabalhando como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Oficial, cujo diretor era o romancista Manuel Antônio de Almeida. Em 1855, aos quinze anos, estreou na literatura, com a publicação do poema “Ela” na revista Marmota Fluminense. Continuou colaborando intensamente nos jornais, como cronista, contista, poeta e critico literário, tornando-se respeitado como intelectual antes mesmo de se firmar como grande romancista. Machado conquistou a admiração e a amizade do romancista José de Alencar, principal escritor da época.
Em 1864 estréia em livro, com Crisálidas (poemas). Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta Faustino Xavier de Novais e quatro anos mais velha do que ele. Em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial. Posteriormente, ascenderia na carreira de servidor público, aposentando-se no cargo de diretor do Ministério da Viação e Obras Públicas.
Podendo dedicar-se com mais comodidade à carreira literária, escreveu uma série de livros de caráter romântico. É a chamada primeira fase de sua carreira, marcada pelas obras: Ressurreição (1872), A Mão e a Luva (1870), e Iaiá Garcia (1878), além da coletânea de contos Contos Fluminenses (1870), História da Meia Noite (1873), das coletâneas de poesias Crisálidas (1864), Falenas (1870), Americanas (1875), e das peças Os Deuses de Casaca (1866), O Protocolo (1863), Queda que as Mulheres têm para os Tolos (1864) e Quase Ministro (1864).
Em 1881, abandona, definitivamente, o romantismo da primeira fase de sua obra e publica Memórias Póstumas de Brás Cubas, que marca o inicio do realismo no Brasil.
Na segunda fase suas obras tinham caráter realista, tendo como características: a introspecção, o humor e o pessimismo com relação à essência e seu relacionamento com o mundo. São obras principais: Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900), Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), além da coletânea de contos Papéis Avulsos (1882), Várias Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1906), Relíquias da Casa Velha (1906), e da coletânea de Poesias Ocidentais. Em 1904, morre Carolina Xavier de Novaes, e Machado escreve um dos seus melhores poemas, Carolina, em homenagem à falecida esposa.
Á CAROLINA
Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda a humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs um mundo inteiro.
Trago-te flores, - restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados.
Que eu, se tenho nos olhos malferidos,
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.
Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho. Nem nos últimos dias, aceitou a presença de um padre que lhe tomasse a confissão. Bem conhecido pela quantidade de pessoas que visitaram o escritor carioca nos seus últimos dias, como Mário de Alencar, Euclides da Cunha e Astrogildo Pereira (ainda rapaz e por isso desconhecido dos demais escritores), ficcionalmente o tema da morte de Machado de Assis foi revisto por Haroldo Maranhão.
É considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos e um dos maiores do mundo, enquanto romancista e contista. Suas crônicas não têm o mesmo brilho e seus poemas têm uma diferença curiosa com o restante de sua produção: ao passo que na prosa Machado é contido e elegante, seus poemas são algumas vezes chocantes na crueza dos termos – similar talvez à de Augusto dos Anjos.
O crítico norte-americano Harold Bloom considera Machado de Assis um dos 100 maiores gênios da literatura de todos os tempos (chegando ao ponto de considerá-lo o maior escritor negro da literatura ocidental), ao lado de clássicos como Dante, Shakespeare e Cervantes.
Campina Grande, 02 de outubro de 2008
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do Rotary Club Campina Grande
Filho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma lavadeira portuguesa da Ilha de São Miguel. Machado de Assis passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, onde sua família morava como agregada, no Rio de Janeiro. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco da sua infância e início da juventude. Ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Não freqüentou escola regular, mas, em 1851, com a morte do pai, sua madrasta Maria Inês, à época morando no bairro em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é provável que tenha assistido às aulas quando não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do país, ainda muito jovem. Em São Cristóvão, conheceu a senhora francesa Madamme Gallot, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de francês, que Machado acabou por falar fluentemente. Também aprendeu inglês, estudou alemão, sempre como autodidata.
De origem muito humilde, Machado de Assis iniciou sua carreira trabalhando como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Oficial, cujo diretor era o romancista Manuel Antônio de Almeida. Em 1855, aos quinze anos, estreou na literatura, com a publicação do poema “Ela” na revista Marmota Fluminense. Continuou colaborando intensamente nos jornais, como cronista, contista, poeta e critico literário, tornando-se respeitado como intelectual antes mesmo de se firmar como grande romancista. Machado conquistou a admiração e a amizade do romancista José de Alencar, principal escritor da época.
Em 1864 estréia em livro, com Crisálidas (poemas). Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta Faustino Xavier de Novais e quatro anos mais velha do que ele. Em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial. Posteriormente, ascenderia na carreira de servidor público, aposentando-se no cargo de diretor do Ministério da Viação e Obras Públicas.
Podendo dedicar-se com mais comodidade à carreira literária, escreveu uma série de livros de caráter romântico. É a chamada primeira fase de sua carreira, marcada pelas obras: Ressurreição (1872), A Mão e a Luva (1870), e Iaiá Garcia (1878), além da coletânea de contos Contos Fluminenses (1870), História da Meia Noite (1873), das coletâneas de poesias Crisálidas (1864), Falenas (1870), Americanas (1875), e das peças Os Deuses de Casaca (1866), O Protocolo (1863), Queda que as Mulheres têm para os Tolos (1864) e Quase Ministro (1864).
Em 1881, abandona, definitivamente, o romantismo da primeira fase de sua obra e publica Memórias Póstumas de Brás Cubas, que marca o inicio do realismo no Brasil.
Na segunda fase suas obras tinham caráter realista, tendo como características: a introspecção, o humor e o pessimismo com relação à essência e seu relacionamento com o mundo. São obras principais: Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900), Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), além da coletânea de contos Papéis Avulsos (1882), Várias Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1906), Relíquias da Casa Velha (1906), e da coletânea de Poesias Ocidentais. Em 1904, morre Carolina Xavier de Novaes, e Machado escreve um dos seus melhores poemas, Carolina, em homenagem à falecida esposa.
Á CAROLINA
Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda a humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs um mundo inteiro.
Trago-te flores, - restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados.
Que eu, se tenho nos olhos malferidos,
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.
Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho. Nem nos últimos dias, aceitou a presença de um padre que lhe tomasse a confissão. Bem conhecido pela quantidade de pessoas que visitaram o escritor carioca nos seus últimos dias, como Mário de Alencar, Euclides da Cunha e Astrogildo Pereira (ainda rapaz e por isso desconhecido dos demais escritores), ficcionalmente o tema da morte de Machado de Assis foi revisto por Haroldo Maranhão.
É considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos e um dos maiores do mundo, enquanto romancista e contista. Suas crônicas não têm o mesmo brilho e seus poemas têm uma diferença curiosa com o restante de sua produção: ao passo que na prosa Machado é contido e elegante, seus poemas são algumas vezes chocantes na crueza dos termos – similar talvez à de Augusto dos Anjos.
O crítico norte-americano Harold Bloom considera Machado de Assis um dos 100 maiores gênios da literatura de todos os tempos (chegando ao ponto de considerá-lo o maior escritor negro da literatura ocidental), ao lado de clássicos como Dante, Shakespeare e Cervantes.
Campina Grande, 02 de outubro de 2008
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do Rotary Club Campina Grande
Dia Mundial do Dentista
Homenagem do Rotary Club de Campina Grande ao
Dia Mundial do Dentista
___________
Odontologia ou Medicina Dentária é a área da saúde humana que estuda e trata o sistema estomatognático – compreende a face, pescoço e cavidade bucal, englobando ossos, músculos mastigatórios, articulações, dentes e tecido conjuntivo envolvente. Em Portugal, a Medicina Dentária é um segmento da saúde independente da Medicina, tal como no Brasil é a Odontologia. Cirurgião-Dentista é a denominação dada a estes profissionais no Brasil; em Portugal os licenciados em Medicina Dentária designam-se Médicos Dentistas. Por saúde oral, entende-se a ausência de doença estomatológica, bem como a correta função, estabilidade e até mesmo estética de todo o sistema estomatognático. É hoje certo e sabido que a saúde oral tem sérias implicações na saúde humana, sendo as duas indissociáveis.
O cirurgião-dentista ou o médico-dentista é o profissional da área da saúde responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças da boca e maxilares, bem como todas as suas estruturas anexas. Ainda pontificam as seguintes especialidades : endodontia, implantodontia, estética, periodontia, ortodontia, odontopediatria, traumatologia e cirurgia bucomaxilofacial.
Temos aqui dois artífices na ciência odontológica. Dois profissionais da maior competência, como professores que foram da Faculdade de Odontologia assim como ainda continuam prestando relevantes e inomináveis serviços em seus consultórios. Referimo-nos aos companheiros Maria de Fátima Oliveira e João Moraes Lucas.
Eles merecem nossa reverência e nossa gratidão pelo muito que fizeram à nossa coletividade em nome do Dar de Si Antes de Pensar em Si, instalando e contribuindo com o gabinete odontológico na Comunidade do Estreito.
São sempre muito atenciosos, prestimosos e solícitos , com uma disponibilidade marcante em tudo que programamos e fazemos.
No dia 03 de outubro se comemora o Dia Mundial do Dentista. Há controvérsias sobre a data correta para homenagear esses profissionais que são verdadeiros sacerdotes da ciência odontológica. No dia 25 de outubro também se comemora o Dia Nacional do Dentista. Não importando qual a verdadeira e correta data institucionalizada, nossos queridos e imprescindíveis dentistas merecem ser homenageados todos os dias, todos os instantes de nossas vidas.
Aos companheiros Maria de Fátima Oliveira e João Moraes Lucas, nossos agradecimentos, nossos parabéns e nossas
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do Rotary Club Campina Grande
Campina Grande, 03 de outubro de 2008
Dia Mundial do Dentista
___________
Odontologia ou Medicina Dentária é a área da saúde humana que estuda e trata o sistema estomatognático – compreende a face, pescoço e cavidade bucal, englobando ossos, músculos mastigatórios, articulações, dentes e tecido conjuntivo envolvente. Em Portugal, a Medicina Dentária é um segmento da saúde independente da Medicina, tal como no Brasil é a Odontologia. Cirurgião-Dentista é a denominação dada a estes profissionais no Brasil; em Portugal os licenciados em Medicina Dentária designam-se Médicos Dentistas. Por saúde oral, entende-se a ausência de doença estomatológica, bem como a correta função, estabilidade e até mesmo estética de todo o sistema estomatognático. É hoje certo e sabido que a saúde oral tem sérias implicações na saúde humana, sendo as duas indissociáveis.
O cirurgião-dentista ou o médico-dentista é o profissional da área da saúde responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças da boca e maxilares, bem como todas as suas estruturas anexas. Ainda pontificam as seguintes especialidades : endodontia, implantodontia, estética, periodontia, ortodontia, odontopediatria, traumatologia e cirurgia bucomaxilofacial.
Temos aqui dois artífices na ciência odontológica. Dois profissionais da maior competência, como professores que foram da Faculdade de Odontologia assim como ainda continuam prestando relevantes e inomináveis serviços em seus consultórios. Referimo-nos aos companheiros Maria de Fátima Oliveira e João Moraes Lucas.
Eles merecem nossa reverência e nossa gratidão pelo muito que fizeram à nossa coletividade em nome do Dar de Si Antes de Pensar em Si, instalando e contribuindo com o gabinete odontológico na Comunidade do Estreito.
São sempre muito atenciosos, prestimosos e solícitos , com uma disponibilidade marcante em tudo que programamos e fazemos.
No dia 03 de outubro se comemora o Dia Mundial do Dentista. Há controvérsias sobre a data correta para homenagear esses profissionais que são verdadeiros sacerdotes da ciência odontológica. No dia 25 de outubro também se comemora o Dia Nacional do Dentista. Não importando qual a verdadeira e correta data institucionalizada, nossos queridos e imprescindíveis dentistas merecem ser homenageados todos os dias, todos os instantes de nossas vidas.
Aos companheiros Maria de Fátima Oliveira e João Moraes Lucas, nossos agradecimentos, nossos parabéns e nossas
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do Rotary Club Campina Grande
Campina Grande, 03 de outubro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Saudação ao Governador do Rotary Internacional, Distrito 4500 – PE./PB./RN. – Eduardo Jorge Marinho de Queiroz
ROTARY CLUB DE CAMPINA GRANDE
Saudação ao Governador do Rotary Internacional, Distrito 4500 – PE./PB./RN. – Eduardo Jorge Marinho de Queiroz
Companheiro Governador,
Você nasceu em Altamira, estado do Pará, em plena selva amazônica, a 740 km de Belém e 458 km de Marabá, município detentor de um vasto território cortado de norte a sul pelo rio Xingu. Altamira possui 161.445,9 km2, o que o torna o maior município do Brasil e do mundo em extensão territorial. Se o município de Altamira fosse um país, seria o 91º país mais extenso do mundo, maior que Grécia e Nepal e quase do mesmo tamanho que Tunísia, Suriname e Uruguai. Se fosse um estado brasileiro, seria o 16º maior, um pouco menor que o Paraná e maior que o Acre e o Ceará. Nasceu convivendo com a agricultura (arroz, cacau, feijão, milho, pimenta do reino) e a extração de borracha e castanha-do-pará.
Sua terra natal teve origem nas missões dos jesuítas, na primeira metade do século XVIII. Altamira integrava o gigantesco município de Sousel, do qual foi desmembrado em 27 de setembro de 1917, passando a chamar-se Xingu, com sede na cidade de Altamira. Em 31 de março de 1938 mudou-se o topônimo do município para Altamira. Teve um acentuado desenvolvimento com a exploração do ouro até começo do século XX.
Foi lá que você veio ao mundo há 62 anos, em um clima equatorial. Você teve como visão um imenso cenário emoldurado pela natureza que é pródiga em tudo. Respirou por um pulmão que abastece não só uma nação, mas parte do universo. Teve uma educação com forte influência religiosa. Concluiu 1º e 2º graus nos Seminários das Arquidioceses de Belém-PA e Manaus-AM. Aos 20 anos, já no Recife-PE, formou-se em Filosofia no Seminário Regional do Nordeste. Uma forte vocação para a religiosidade. Em 1976, graduou-se em Ciências Econômicas na UFPE. Posteriormente, na Valderblit University (USA) obteve o grau de Máster in Economics, além de cursos de pós-graduação e especialização em Operations Management-Finance na mesma Universidade e em Financial Analysis and Management Control no Institut Pour LÉtude dês Methodes de Direction de LÉntrepise-Lausanne, Suíça.
Foi executivo durante 25 anos em empresas de grande porte. Atualmente é consultor empresarial, especializado em projetos industriais, estudos de viabilidade, “mergers”, precificação de empresas, sistemas informatizados de custos gerenciais, formação de preços de venda e planejamento econômico-financeiro.
Foi Professor da Unicap e da UFPE – graduação e pós-graduação – e, atualmente leciona Contabilidade Gerencial, Contabilidade de Custos, Matemática Financeira e Estratégia de Preços na Faculdade Européia de Administração de Marketing (IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing).
Ex-bolsista da Fundação Rotária (1974-1975) do ELS (English Language System Washington. D.C.), tornou-se sócio do Rotary Club Juazeiro/Petrolina (1979/1981) e seu presidente (1980/1981). Desde 1992 é sócio do Rotary Club Recife-Brum, onde exerceu diversos cargos no Conselho Diretor, presidindo-o no ano rotário 1997/1998.
Foi Chairman Distrital do Intercâmbio Internacional de Jovens (1993/1997), participando ativamente de diversas conferências, como moderador e painelista, além de chairman da XVI Conferência Brasileira do Intercâmbio de Jovens do Rotary (Recife, nov. 1996). No mesmo Programa, participou de convenções e conferências internacionais, proferindo palestras em inglês e francês e atuando como painelista, a saber: Convenção Internacional de RI – Taipei – República da China; EEMA – Johannesburg, África do Sul; Convenção Internacional de RI – Nice – França; Central States Multidistric – Gran Rapids, MI, USA e Convenção Internacional de RI – Calgary – Canadá. Foi também membro da Comissão de Registros da Conferência de Chairman do Intercâmbio de Jovens (Findings Committee da YEO – Youth Exchange Officers´Conference); ESSEX Multidistrict – Freensburg, PA, USA; Convenção Internacional de RI – Glascow, Escócia e Conferência dos Dirigentes de Intercâmbio de Jovens do Rotary (Rotay Youth Exchange Officers´Conference).
Já como Governador eleito do Distrito 4500 de Rotary Internacional 2008-2009, participou do GETS, em Belém-PA (set/2007) e da Assembléia Internacional, em San Diego – Califórnia, USA (jan./2008).
Seus hobbies são a leitura, a computação e a música (cavaquinho/violão). É casado há 38 anos com a muito elegante e distinta companheira Oneide Bessa de Queiroz, também rotariana do RC Recife-Brum – classificação Advocacia Pública – com quem possui quatro filhos e cinco netos.
Deixa a Veneza Brasileira, cercada por rios e cortada por pontes, cheia de ilhas e mangues que magnificam sua geografia ao nível do mar, para subir a Serra da Borborema, em pleno agreste com seu clima tropical para ser recebido pelo povo acolhedor deste compartimento entrecortado formando um piemonte, que é pródigo no bem servir.
Seu espírito está impregnado de eflúvios generosos e sons. Eflúvios generosos por respirar Rotary; sons para dar movimento, cor e vivacidade ao movimento rotário.
Você já tem o lirismo destes ares tão suaves para lhe amenizar a longa caminhada; Você tem a inspiração das grandes perspectivas que lhe ensinam a olhar do alto; Você tem a companhia, a fidalguia e a sensibilidade da distinta e elegante senhora e companheira Oneide Bessa de Queiroz; Você é o pássaro dos mais altos remígios nesse ninho que é o Rotary.
Apraz-nos e honra-nos recebê-lo Governador. Haveria de ter um sem número de companheiras e companheiros representativos, pela inteligência, pelo trabalho e pela boa vontade, desprendidos, dando foros de desenvolvimento e merecida pujança a uma instituição que carece de renovação em muitos quadros. Renovação com solidariedade e sentimento. Você faz parte desse bendito agrupamento.
Sinta-se em casa, aqui nos contrafortes desta serra saudável que inventou um clima europeu em pleno verão tropical. Respire nestas alturas, acumule energias para sua longa caminhada e prossiga com a mesma determinação. E volte, volte sempre, mas antes deixe seu coração e o coração de Oneide residindo aqui nesta cidade rainha, que é pródiga na hospitalidade e no bem querer.
Muito Obrigado e nossas Saudações Rotárias.
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do RC Campina Grande
Em 25 de setembro de 2008
Saudação ao Governador do Rotary Internacional, Distrito 4500 – PE./PB./RN. – Eduardo Jorge Marinho de Queiroz
Companheiro Governador,
Você nasceu em Altamira, estado do Pará, em plena selva amazônica, a 740 km de Belém e 458 km de Marabá, município detentor de um vasto território cortado de norte a sul pelo rio Xingu. Altamira possui 161.445,9 km2, o que o torna o maior município do Brasil e do mundo em extensão territorial. Se o município de Altamira fosse um país, seria o 91º país mais extenso do mundo, maior que Grécia e Nepal e quase do mesmo tamanho que Tunísia, Suriname e Uruguai. Se fosse um estado brasileiro, seria o 16º maior, um pouco menor que o Paraná e maior que o Acre e o Ceará. Nasceu convivendo com a agricultura (arroz, cacau, feijão, milho, pimenta do reino) e a extração de borracha e castanha-do-pará.
Sua terra natal teve origem nas missões dos jesuítas, na primeira metade do século XVIII. Altamira integrava o gigantesco município de Sousel, do qual foi desmembrado em 27 de setembro de 1917, passando a chamar-se Xingu, com sede na cidade de Altamira. Em 31 de março de 1938 mudou-se o topônimo do município para Altamira. Teve um acentuado desenvolvimento com a exploração do ouro até começo do século XX.
Foi lá que você veio ao mundo há 62 anos, em um clima equatorial. Você teve como visão um imenso cenário emoldurado pela natureza que é pródiga em tudo. Respirou por um pulmão que abastece não só uma nação, mas parte do universo. Teve uma educação com forte influência religiosa. Concluiu 1º e 2º graus nos Seminários das Arquidioceses de Belém-PA e Manaus-AM. Aos 20 anos, já no Recife-PE, formou-se em Filosofia no Seminário Regional do Nordeste. Uma forte vocação para a religiosidade. Em 1976, graduou-se em Ciências Econômicas na UFPE. Posteriormente, na Valderblit University (USA) obteve o grau de Máster in Economics, além de cursos de pós-graduação e especialização em Operations Management-Finance na mesma Universidade e em Financial Analysis and Management Control no Institut Pour LÉtude dês Methodes de Direction de LÉntrepise-Lausanne, Suíça.
Foi executivo durante 25 anos em empresas de grande porte. Atualmente é consultor empresarial, especializado em projetos industriais, estudos de viabilidade, “mergers”, precificação de empresas, sistemas informatizados de custos gerenciais, formação de preços de venda e planejamento econômico-financeiro.
Foi Professor da Unicap e da UFPE – graduação e pós-graduação – e, atualmente leciona Contabilidade Gerencial, Contabilidade de Custos, Matemática Financeira e Estratégia de Preços na Faculdade Européia de Administração de Marketing (IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing).
Ex-bolsista da Fundação Rotária (1974-1975) do ELS (English Language System Washington. D.C.), tornou-se sócio do Rotary Club Juazeiro/Petrolina (1979/1981) e seu presidente (1980/1981). Desde 1992 é sócio do Rotary Club Recife-Brum, onde exerceu diversos cargos no Conselho Diretor, presidindo-o no ano rotário 1997/1998.
Foi Chairman Distrital do Intercâmbio Internacional de Jovens (1993/1997), participando ativamente de diversas conferências, como moderador e painelista, além de chairman da XVI Conferência Brasileira do Intercâmbio de Jovens do Rotary (Recife, nov. 1996). No mesmo Programa, participou de convenções e conferências internacionais, proferindo palestras em inglês e francês e atuando como painelista, a saber: Convenção Internacional de RI – Taipei – República da China; EEMA – Johannesburg, África do Sul; Convenção Internacional de RI – Nice – França; Central States Multidistric – Gran Rapids, MI, USA e Convenção Internacional de RI – Calgary – Canadá. Foi também membro da Comissão de Registros da Conferência de Chairman do Intercâmbio de Jovens (Findings Committee da YEO – Youth Exchange Officers´Conference); ESSEX Multidistrict – Freensburg, PA, USA; Convenção Internacional de RI – Glascow, Escócia e Conferência dos Dirigentes de Intercâmbio de Jovens do Rotary (Rotay Youth Exchange Officers´Conference).
Já como Governador eleito do Distrito 4500 de Rotary Internacional 2008-2009, participou do GETS, em Belém-PA (set/2007) e da Assembléia Internacional, em San Diego – Califórnia, USA (jan./2008).
Seus hobbies são a leitura, a computação e a música (cavaquinho/violão). É casado há 38 anos com a muito elegante e distinta companheira Oneide Bessa de Queiroz, também rotariana do RC Recife-Brum – classificação Advocacia Pública – com quem possui quatro filhos e cinco netos.
Deixa a Veneza Brasileira, cercada por rios e cortada por pontes, cheia de ilhas e mangues que magnificam sua geografia ao nível do mar, para subir a Serra da Borborema, em pleno agreste com seu clima tropical para ser recebido pelo povo acolhedor deste compartimento entrecortado formando um piemonte, que é pródigo no bem servir.
Seu espírito está impregnado de eflúvios generosos e sons. Eflúvios generosos por respirar Rotary; sons para dar movimento, cor e vivacidade ao movimento rotário.
Você já tem o lirismo destes ares tão suaves para lhe amenizar a longa caminhada; Você tem a inspiração das grandes perspectivas que lhe ensinam a olhar do alto; Você tem a companhia, a fidalguia e a sensibilidade da distinta e elegante senhora e companheira Oneide Bessa de Queiroz; Você é o pássaro dos mais altos remígios nesse ninho que é o Rotary.
Apraz-nos e honra-nos recebê-lo Governador. Haveria de ter um sem número de companheiras e companheiros representativos, pela inteligência, pelo trabalho e pela boa vontade, desprendidos, dando foros de desenvolvimento e merecida pujança a uma instituição que carece de renovação em muitos quadros. Renovação com solidariedade e sentimento. Você faz parte desse bendito agrupamento.
Sinta-se em casa, aqui nos contrafortes desta serra saudável que inventou um clima europeu em pleno verão tropical. Respire nestas alturas, acumule energias para sua longa caminhada e prossiga com a mesma determinação. E volte, volte sempre, mas antes deixe seu coração e o coração de Oneide residindo aqui nesta cidade rainha, que é pródiga na hospitalidade e no bem querer.
Muito Obrigado e nossas Saudações Rotárias.
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do RC Campina Grande
Em 25 de setembro de 2008
REFLEXÃO ROTÁRIA – 25/09/2008
Eusebio-Ce, 25 de setembro de 2008.
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 25/09/2008
SABEDORIA NÃO É CANJA
E NEM CALDO DE GALINHA!
Qual a sua grande ambição nesta vida? Hoje tudo passa tão rápido, e o sentido da vida se mostra tão fugidio, que, a maioria das pessoas, se deseja algo, quase sempre tem a ver emprego, dinheiro, casa, casamento, filhos e conforto.
No passado, esses eram também os elementos a serem elencados em qualquer lista de sonho de futuro. Entretanto, mais comumente do que hoje, muitos também desejam imitar o pai, a mãe, o avô, um professor, um padre, um pastor... — que fossem sábios; ou, ainda: se desejava obter sabedoria.
A sabedoria, diz a Bíblia, vem do temor do Senhor; e consiste em que se deixe a língua ferina, a boca perversa, o olhar altivo e arrogante, e toda forma de precipitação e imprudência. E mais: que se ouça muito e que se aprenda a virtude do silencio e da paciência. Entretanto, as Escrituras também ensinam nos textos de sabedoria, que se dê ouvidos à experiência em amor de pais que sejam prudentes. Quem assim faz, sempre ponderando nos conselhos de pais que aconselhem, poupa a si mesmo de muitas dores.
Hoje, entretanto, há poucos pais que sejam pais do ponto de vista da Escritura. Além disso, e, também, por causa disso, os filhos já nem pensam nos pais quando se trata de resolver problemas; ou ainda: de evitar entrar em dificuldades. A imensa expectativa transferida para a escola, a creche e a Igreja no que tange a educar os filhos, denuncia antes de tudo o estado de falência nos vínculos entre pais e filhos em geral.
Queridos rotarianos, educação essencial à vida somente se obtém no ninho de uma família ajuizada em amor e verdade. Antigamente todo pai e mãe desejavam ser parte da vida e das soluções nas vidas dos filhos. Hoje, eles, quando se preocupam, levam os filhos ao terapeuta. De vez em quando em meu gabinete ouço um pai ou outro, politicamente corretos, me dizerem que são “pais participativos”, querendo com tal declaração se diferenciarem dos pais não-participativos. Para mim até o “pai participativo” é ridículo, pois, se para ser pai, tem-se agora que dizer que se é um pai que participa na agenda dos filhos, é sinal de que o sentido intrínseco e visceral da paternidade já não está presente para além da manifestação educada e civilizada de paternidade.
O fato é que como as coisas andam a sabedoria não é quase nunca lembrada e buscada como o grande tesouro de um ser humano para a prática do que seja vida. Minha oração é no sentido de que cresça em todos nós a vontade de aprendermos os passos da sabedoria, e que ambicionemos também os ensinos da prudência e do bom senso.
Pense nisso!
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 25/09/2008
SABEDORIA NÃO É CANJA
E NEM CALDO DE GALINHA!
Qual a sua grande ambição nesta vida? Hoje tudo passa tão rápido, e o sentido da vida se mostra tão fugidio, que, a maioria das pessoas, se deseja algo, quase sempre tem a ver emprego, dinheiro, casa, casamento, filhos e conforto.
No passado, esses eram também os elementos a serem elencados em qualquer lista de sonho de futuro. Entretanto, mais comumente do que hoje, muitos também desejam imitar o pai, a mãe, o avô, um professor, um padre, um pastor... — que fossem sábios; ou, ainda: se desejava obter sabedoria.
A sabedoria, diz a Bíblia, vem do temor do Senhor; e consiste em que se deixe a língua ferina, a boca perversa, o olhar altivo e arrogante, e toda forma de precipitação e imprudência. E mais: que se ouça muito e que se aprenda a virtude do silencio e da paciência. Entretanto, as Escrituras também ensinam nos textos de sabedoria, que se dê ouvidos à experiência em amor de pais que sejam prudentes. Quem assim faz, sempre ponderando nos conselhos de pais que aconselhem, poupa a si mesmo de muitas dores.
Hoje, entretanto, há poucos pais que sejam pais do ponto de vista da Escritura. Além disso, e, também, por causa disso, os filhos já nem pensam nos pais quando se trata de resolver problemas; ou ainda: de evitar entrar em dificuldades. A imensa expectativa transferida para a escola, a creche e a Igreja no que tange a educar os filhos, denuncia antes de tudo o estado de falência nos vínculos entre pais e filhos em geral.
Queridos rotarianos, educação essencial à vida somente se obtém no ninho de uma família ajuizada em amor e verdade. Antigamente todo pai e mãe desejavam ser parte da vida e das soluções nas vidas dos filhos. Hoje, eles, quando se preocupam, levam os filhos ao terapeuta. De vez em quando em meu gabinete ouço um pai ou outro, politicamente corretos, me dizerem que são “pais participativos”, querendo com tal declaração se diferenciarem dos pais não-participativos. Para mim até o “pai participativo” é ridículo, pois, se para ser pai, tem-se agora que dizer que se é um pai que participa na agenda dos filhos, é sinal de que o sentido intrínseco e visceral da paternidade já não está presente para além da manifestação educada e civilizada de paternidade.
O fato é que como as coisas andam a sabedoria não é quase nunca lembrada e buscada como o grande tesouro de um ser humano para a prática do que seja vida. Minha oração é no sentido de que cresça em todos nós a vontade de aprendermos os passos da sabedoria, e que ambicionemos também os ensinos da prudência e do bom senso.
Pense nisso!
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
HOMENAGEM PÓSTUMA DO ROTARY CLUB DE CAMPINA GRANDE AO ILUSTRE COMPANHEIRO PAULO AFONSO PINTO ZILLI
Nascido em Araraquara, estado de São Paulo, em 26 de julho de 1925. Colou grau em Pedagogia pela Escola Álvaro Guião de São Carlos – Sp., em 1943 e Bacharelou-se em Ciências Jurídicas pela Universidade Fluminense no Rio de Janeiro.
Ingressou no SENAI em São Paulo por concurso público em 1944. Em 1950, foi convidado pelo Departamento Nacional do SENAI para instalar e dar início ao funcionamento da Escola SENAI nesta cidade de Campina Grande em março daquele ano.
Acompanhado do Engenheiro Atahualpa Guimarães, delegado do Departamento Nacional, instalou os cursos de mecânica, tornearia e ajustagem e marcenaria.
Em 1951 contraiu núpcias com a Sra. Maria Carolina de Amorim Pereira Zilli, de tradicional família campinense, fundadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, cuja entidade leva por honra o seu nome, dama finíssima, de alto estilo e muito querida em nossa sociedade, tinha por desiderato exercer a filantropia e a caridade. Falecida em 26.04.1997, portanto 46 anos de um casamento de muita harmonia e felicidade.
Em 1952 deixa o SENAI para ingressar na iniciativa privada no ramo de algodão e óleos vegetais, cujo trabalho se estendeu até 1968.
Em 24 de setembro de 1953 foi admitido como sócio-representativo do Rotary Club de Campina Grande, classificação: algodão e extração de óleos vegetais – diretor comercial.
Foi membro do Conselho da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba de 1958 até 1970. Foi ainda membro do Conselho do SESI da Paraíba e Secretário da FIEP por quatro anos.
Foi presidente do Sindicato das Indústrias de Extração de Óleos Vegetais do Estado da Paraíba de 1958 a 1968.
Foi Diretor dos Diários e Emissoras Associados no Estado da Paraíba, congregando as empresas Rádio Borborema, Diário da Borborema, Jornal O Norte e TV O Norte, de 1978 a 1994.
Foi Diretor da CELB de 1966 a 1969.
Em 24 de setembro vindouro o Companheiro Paulo Afonso Pinto Zilli iria completar 55 anos como sócio-representativo de nosso Clube. No seu sepultamento tomei a iniciativa de falar em nome dos companheiros de Rotary. Lembrei-me que na década de 60, trabalhando com o rotariano Degmar Fernandes, de saudosa memória, o procurava no horário das reuniões no Campinense Clube, para assinaturas inadiáveis em documentos. E dentre tantos rotarianos ilustres lá estava o companheiro Paulo Zilli, calmo, educado, cavalheiro, bondoso e participativo nas ações de caráter meritório em prol da humanidade. Homem probo e honrado de tantos serviços prestados à nossa cidade e ao nosso estado. Sempre muito humilde e não afeito a holofotes, era continuadamente solicito e prestimoso, incentivador dos neófitos em Rotary. Ainda recentemente me procurou para tecer elogios à nossa participação nesta casa.
Como poderia imaginar que após 50 anos eu estaria ontem e hoje fazendo uma singela homenagem a um rotariano com 55 anos de serviços prestados em nome desse sagrado símbolo de grandeza internacional, como um seu companheiro. É mágico o estado de espírito em ser parte do Rotary,
Uma perda irreparável e uma lacuna impreenchível, a partida do companheiro Paulo Zilli. Que Deus, Nosso Pai, com a sua infinita misericórdia, o proteja e o guarde na abóbada luminosa e celeste, onde se encontram os eleitos de bom coração.
Aos seus familiares aqui presentes, desejamos que tenham conforto e resignação, além da certeza que nosso pranteado cumpriu com louvor sua missão aqui na terra.
Muito Obrigado
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do RC C. Grande
Ingressou no SENAI em São Paulo por concurso público em 1944. Em 1950, foi convidado pelo Departamento Nacional do SENAI para instalar e dar início ao funcionamento da Escola SENAI nesta cidade de Campina Grande em março daquele ano.
Acompanhado do Engenheiro Atahualpa Guimarães, delegado do Departamento Nacional, instalou os cursos de mecânica, tornearia e ajustagem e marcenaria.
Em 1951 contraiu núpcias com a Sra. Maria Carolina de Amorim Pereira Zilli, de tradicional família campinense, fundadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, cuja entidade leva por honra o seu nome, dama finíssima, de alto estilo e muito querida em nossa sociedade, tinha por desiderato exercer a filantropia e a caridade. Falecida em 26.04.1997, portanto 46 anos de um casamento de muita harmonia e felicidade.
Em 1952 deixa o SENAI para ingressar na iniciativa privada no ramo de algodão e óleos vegetais, cujo trabalho se estendeu até 1968.
Em 24 de setembro de 1953 foi admitido como sócio-representativo do Rotary Club de Campina Grande, classificação: algodão e extração de óleos vegetais – diretor comercial.
Foi membro do Conselho da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba de 1958 até 1970. Foi ainda membro do Conselho do SESI da Paraíba e Secretário da FIEP por quatro anos.
Foi presidente do Sindicato das Indústrias de Extração de Óleos Vegetais do Estado da Paraíba de 1958 a 1968.
Foi Diretor dos Diários e Emissoras Associados no Estado da Paraíba, congregando as empresas Rádio Borborema, Diário da Borborema, Jornal O Norte e TV O Norte, de 1978 a 1994.
Foi Diretor da CELB de 1966 a 1969.
Em 24 de setembro vindouro o Companheiro Paulo Afonso Pinto Zilli iria completar 55 anos como sócio-representativo de nosso Clube. No seu sepultamento tomei a iniciativa de falar em nome dos companheiros de Rotary. Lembrei-me que na década de 60, trabalhando com o rotariano Degmar Fernandes, de saudosa memória, o procurava no horário das reuniões no Campinense Clube, para assinaturas inadiáveis em documentos. E dentre tantos rotarianos ilustres lá estava o companheiro Paulo Zilli, calmo, educado, cavalheiro, bondoso e participativo nas ações de caráter meritório em prol da humanidade. Homem probo e honrado de tantos serviços prestados à nossa cidade e ao nosso estado. Sempre muito humilde e não afeito a holofotes, era continuadamente solicito e prestimoso, incentivador dos neófitos em Rotary. Ainda recentemente me procurou para tecer elogios à nossa participação nesta casa.
Como poderia imaginar que após 50 anos eu estaria ontem e hoje fazendo uma singela homenagem a um rotariano com 55 anos de serviços prestados em nome desse sagrado símbolo de grandeza internacional, como um seu companheiro. É mágico o estado de espírito em ser parte do Rotary,
Uma perda irreparável e uma lacuna impreenchível, a partida do companheiro Paulo Zilli. Que Deus, Nosso Pai, com a sua infinita misericórdia, o proteja e o guarde na abóbada luminosa e celeste, onde se encontram os eleitos de bom coração.
Aos seus familiares aqui presentes, desejamos que tenham conforto e resignação, além da certeza que nosso pranteado cumpriu com louvor sua missão aqui na terra.
Muito Obrigado
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do RC C. Grande
REFLEXÃO ROTÁRIA – 18/09/2008
Eusebio-Ce, 18 de setembro de 2008.
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 18/09/2008
O CORAÇÃO ADORADOR!
Paulo Afonso Zilli – Saudosa Memória
É isso aí! O que nunca entendi é essa preocupação que algumas pessoas têm com a adoração, como se ela pudesse ser “algo”; sim, como se ela tivesse que ser alguma coisa, uma reflexão, uma dimensão, o departamento da elevação, um andar de cima, um mistério revelado aos entendidos, ou há alguns seres chamados para adorar...ou levar os outros à adoração.
Deus sabe quem o adora, e Ele mesmo busca e acha os Seus adoradores, conforme Jesus disse em João 4. Adoração é a vida em confiança e gratidão; é amar a soberania e a majestade de Deus; é viver como um rotariano de quem jamais esqueceremos; nada além disso. Portanto, os instrumentos da adoração são as resposta do coração à vida, conforme a fé. Não há “razões” para a adoração que não sejam as não-razões da fé!
Só Deus sabe quem está adorando enquanto vive; e só Deus sabe quem está vivendo em adoração. Acredito em dons, e creio que cada um deve servir a Deus com que Dele recebeu. Isto é louvor em vida: o ser em Deus com gratidão, e fazer isso também como serviço ao próximo. Sim, andar de forma rotariana, servindo com amor e gratidão, a exemplo do nobre companheiro Paulo Afonso Zilli (saudosa memória), que agora descansa de suas obras.
As ações do Samaritano cuidando do homem assaltado entre Jerusalém e Jericó são todas elas adoração, e nos lembram nosso nobre companheiro que agora dorme. Sim! Digo isto porque não temos como não fazer menção desse grande baluarte que por mais de cinco décadas serviu a Deus e a Sua causa em nossa instituição rotária em São Paulo e aqui em nossa linda Campina Grande, de onde foi para os braços do Pai.
Propositalmente, os elementos descritos como remédio para o assaltado, no caso da parábola do bom-samaritano, são os mesmos que eram usados nas libações oferecidas no altar em Jerusalém. Assim, sacerdotes e levitas passam correndo para a hora da adoração... O Samaritano, no entanto, se curva sobre o altar...o homem...e derrama sobre ele a libação do amor.
Paulo Afonso Zilli, como sentiremos falta de seu exemplo de vida! Você sim, não tem nem que pensar em adoração, visto que tudo o que fez foi adoração! Isto porque quando se está cheio da Graça tudo é adoração, tudo é orar sem cessar, tudo é servir com amor, tudo é doar-se sem medidas, tudo é em Deus.
E assim foi a vida deste INESQUECÍVEL rotariano...
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 18/09/2008
O CORAÇÃO ADORADOR!
Paulo Afonso Zilli – Saudosa Memória
É isso aí! O que nunca entendi é essa preocupação que algumas pessoas têm com a adoração, como se ela pudesse ser “algo”; sim, como se ela tivesse que ser alguma coisa, uma reflexão, uma dimensão, o departamento da elevação, um andar de cima, um mistério revelado aos entendidos, ou há alguns seres chamados para adorar...ou levar os outros à adoração.
Deus sabe quem o adora, e Ele mesmo busca e acha os Seus adoradores, conforme Jesus disse em João 4. Adoração é a vida em confiança e gratidão; é amar a soberania e a majestade de Deus; é viver como um rotariano de quem jamais esqueceremos; nada além disso. Portanto, os instrumentos da adoração são as resposta do coração à vida, conforme a fé. Não há “razões” para a adoração que não sejam as não-razões da fé!
Só Deus sabe quem está adorando enquanto vive; e só Deus sabe quem está vivendo em adoração. Acredito em dons, e creio que cada um deve servir a Deus com que Dele recebeu. Isto é louvor em vida: o ser em Deus com gratidão, e fazer isso também como serviço ao próximo. Sim, andar de forma rotariana, servindo com amor e gratidão, a exemplo do nobre companheiro Paulo Afonso Zilli (saudosa memória), que agora descansa de suas obras.
As ações do Samaritano cuidando do homem assaltado entre Jerusalém e Jericó são todas elas adoração, e nos lembram nosso nobre companheiro que agora dorme. Sim! Digo isto porque não temos como não fazer menção desse grande baluarte que por mais de cinco décadas serviu a Deus e a Sua causa em nossa instituição rotária em São Paulo e aqui em nossa linda Campina Grande, de onde foi para os braços do Pai.
Propositalmente, os elementos descritos como remédio para o assaltado, no caso da parábola do bom-samaritano, são os mesmos que eram usados nas libações oferecidas no altar em Jerusalém. Assim, sacerdotes e levitas passam correndo para a hora da adoração... O Samaritano, no entanto, se curva sobre o altar...o homem...e derrama sobre ele a libação do amor.
Paulo Afonso Zilli, como sentiremos falta de seu exemplo de vida! Você sim, não tem nem que pensar em adoração, visto que tudo o que fez foi adoração! Isto porque quando se está cheio da Graça tudo é adoração, tudo é orar sem cessar, tudo é servir com amor, tudo é doar-se sem medidas, tudo é em Deus.
E assim foi a vida deste INESQUECÍVEL rotariano...
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
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