quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Rotary participa da Semana da Pátria em Campina Grande

Paraíba, 06/09/2008

O Rotary Club de Campina Grande (PB) participou na noite deste sábado (dia 6) da solenidade da Semana da Pátria, quando um de seus integrantes fez o arriamento da bandeira da Paraíba em solenidade realizada na Praça da Bandeira, no centro.

Na oportunidade a companheira rotária e empresária Zouraide Silveira (foto) descerrou o pavilhão estadual, enquanto que o major PM Evaldo fez o arriamento da bandeira do Brasil e a professora Maria Goreti Formiga arriou a bandeira de Campina Grande.

O evento aconteceu sob a execução do Hino Nacional pela Orquestra Filarmônica Epitácio Pessoa (a Sá Fefinha) e de aplausos de populares. Além de Zouraide Silveira também estiveram presentes no local o presidente do Rotary Club Campina Grande, Alexandre Aureliano, e o companheiro rotário Hiram Ribeiro.

Para visualizar as fotos acesse:

http://www.rededenoticias.com/geral/layout.php?misc=search&subaction=showfull&id=1220760773&archive=1220834141&cnshow=news&ucat=11,15,17,56,57&start_from=&\"

REFLEXÃO ROTÁRIA DE 11/09/2008

Eusebio-Ce, 11 de setembro de 2008.


Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!


REFLEXÃO ROTÁRIA – 11/09/2008



O QUE DEUS DIZ QUANDO NADA DIZ?




Estímulos, sons, palavras, vozes, imagens, símbolos, gestos — entre outros, são o meios de comunicação que nós usamos para nos expressarmos no mundo; ou, são os meios aos quais respondemos todos os dias. Ninguém, entretanto, parece discernir que tais coisas apenas são significativas em razão do silencio. Ora, o silencio é visto como a não-comunicação. Portanto, o que comunica, segundo sentimos, é o que o interrompe o poder angustiante do silencio.
Eu, todavia, a cada dia mais preciso do silencio como meio de comunicação. O silencio abre espaço para a comunicação. Afinal, sem silencio nada será comunicação. O silencio, entretanto, é também mais que espaço e meio-condutor da possibilidade da comunicação. Sim! O silencio passa a ser comunicação sempre que existe inflação de comunicação. Ora, em tal caso, o silencio passa e ser o meio mais efetivo de comunicação, pois, na poluição das muitas comunicações, o que se comunica se esvazia de significado. Portanto, é o silencio que re-significa os significados que foram esvaziados pelo excesso e pelo abuso do comunicar sem alma.
Queridos rotarianos, é por esta razão que se pode perceber a comunicação de Deus também na forma dos longos silêncios de Deus na História. Afinal, Deus fala sempre. Entretanto, fala demais quando não está falando nada. A Bíblia diz que em horas de algazarra na história Deus fala pelo silencio. Quando o homem pergunta “Onde está Deus?” — Deus está falando. Sim! Está falando pelo silencio, e conseguindo comunicar-se melhor do que quando está dizendo algo por palavras.
O pecado humano parece nos conceder apenas ouvir melhor a Deus em meio às angustias que se fazem acompanhar pelo silencio total de Deus em relação à dor por nós sentida. Deus também faz o silencio-que-é-amor se manifestar quando a pessoa anda em paz com Deus, conhecendo-o e a Ele submetendo-se com alegria; pois, em tal caso, a presença amiga de Deus é a comunicação que se impõe como paz. Afinal, é também somente na profundidade da intimidade que se pode andar com alguém em silencio, sem a preocupação da animação das palavras, pois, sabe-se o outro; posto que entre amigos dessa qualidade tudo já esteja dito sem ser falado.
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”, diz duas vezes no salmo 46. Quando o homem silencia, Deus fala. Mas quando o homem discursa, Deus faz aquele silencio que significa ausência.
Mais: Quando o homem silencia em quietude submissa, o falar de Deus é mais que dizer, pois, para o homem, se torna um saber não com a razão, mas um saber com o provar essencial do coração.
Prove isto!



Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

HOMENAGEM DO ROTARY CLUB CAMPINA GRANDE AO ARTISTA PARAIBANO FLAVIO CAPITULINO

Flávio César Capitulino. Nasceu em Souza, cidade sorriso do sertão paraibano, no dia 08 de julho de 1966. Filho de João Capitulino de Alencar e de Terezinha Vigolvino de Alencar e, irmão mais novo de Walfredo Capitulino de Alencar. Em 1969, aos 3 anos de idade veio residir em Campina Grande. Quando menino tinha que dividir dois pães com as oito pessoas que viviam em sua casa. Sempre muito habilidoso com trabalhos manuais e extremamente observador, aos seis anos foi trabalhar com o Sr. Oscar, irmão do dono da Padaria Imperial, um trabalho que garantia pão e leite como pagamento. Aos nove anos recebeu convite para trabalhar nessa padaria. Trabalhou muito, se empenhou para conquistar um destaque na firma e por merecimento passou a ser gerente, ainda adolescente. Muito batalhador, não abandonou os estudos. Anos depois fazia artesanato, decoração para festa e o que aparecesse contanto que lhe rendesse algum dinheiro.

Estudou no Grupo Escolar da Igreja do Rosário, depois no Colégio Presbiteriano e lá ganhou o 1º lugar em um concurso inter-colegial para desenho. Cursou desenho e pintura no Centro Cultural. Fez curso para modelo e ganhou o 1º lugar no Rio de Janeiro e Recife, aos 15 anos. Já cursando na UEPB o curso de Ciências Biológicas, tomou uma decisão que iria mudar ou confirmar o seu destino.

Aos 17 anos conheceu um casal de franceses que veio ao Brasil adotar uma criança. Tornou-se amigo do casal. “Eles disseram que eu poderia ir para a casa deles ficar por lá”. Meses depois com alguma economia guardada e uma bagagem de 160 kg. de artesanato que produziu para lhe ajudar no sustento, embarcou para Paris. Após 4 horas de embaraços na Alfândega, o francês foi buscá-lo no aeroporto, mas, já lhe adiantou que só poderia ficar em sua casa no máximo durante uma semana. Foi uma verdadeira sentença o que acabara de ouvir.

Não desanimou, muito menos pensou em voltar para o Brasil.
Saiu à rua à procura de quem o ajudasse, melhor ainda se falasse português, já que não conhecia uma palavra do idioma francês. Conseguiu um lugar durante um mês na Cite Universitè, nos arredores de Paris. Daí foi se virando como podia: dançava lambada com uma nega maluca (boneca de pano) em frente ao Centro George Pompidou e ganhava alguns trocados. Foi faxineiro, empregado doméstico, babá e showman.

Trabalhando em uma casa de família, ele se ofereceu para “dar um jeitinho” em uma antiga mesa de laca chinesa que estava em péssimo estado. Mas só conseguiu a autorização do patrão após muita insistência e persistência. Dias depois, em um jantar que o mesmo oferecera a uma diretora do Museu Louvre, sua interferência foi percebida pela mademoiselle que ficou encantada como seu magnífico trabalho. “Como você fez o trabalho de reversibilidade?” perguntou ela ao futuro restaurador. Capitulino havia usado aquarela para retocar a mesa. Mas ele não sabia o que era a tal da “reversibilidade” sobre a qual a moça de fino trato estava falando. Ela o enviou para fazer um curso em restauração com um famoso professor e restaurador Eduard Dechellet.

Foi assim que Flavio Capitulino acabou conhecendo aquele que fora um dos ex-chefes responsáveis pela restauração de obras do Louvre, Eduard Dechellet, seu tutor durante os mais de nove anos que trabalhou na instituição. Apesar de ter chegado no ateliê de Dechellet com apenas a restauração de uma mesa no currículo, Flávio, três meses depois, era um dos comandantes do ateliê.

Uma das tarefas mais complicadas era realizar a transposição de uma tela para uma nova base. Um quadro caríssimo do século 17 estava passando pelo processo, mas Flávio não foi chamado para participar. Podia apenas ficar olhando. “Acabou que o trabalho deles não deu certo. Eu fiz a transposição de outro quadro e, quando Dechellet viu, permitiu que eu trabalhasse no outro. Eu disse que fazia, mas só se fosse sozinho”, conta, sem muita modéstia.

Nove anos depois, ele anunciava que estava saindo do Ateliê; depois de sair do Louvre, abriu seu próprio ateliê, Charlesmagne, agora já fechado, no qual restaurou obras de renomados artistas para o Museu do Louvre, Palácio de Verssalles e Galerias. Hoje, realiza trabalhos para a galeria Cazeau-Béraudière, uma das mais prestigiadas de Paris, assim como presta seus valiosos trabalhos na cidade de Genebra, na Suíça.

Consagrado internacionalmente como restaurador pelo exímio trabalho que empresta a valiosíssimas e raríssimas obras de arte. Tem trabalhos nos mais adiantados e importantes centros culturais de todo o mundo, inclusive no Brasil.

Recebeu o título de Cidadão Campinense, quando restaurou obras na Catedral, Seminário Diocesano e as estátuas dos Tropeiros da Borborema, no largo do açude velho. Participou de várias exposições, entre outras as Expoart 2001 e 2002, onde reuniu obras de Picasso, Renoir, Matisse, Pierre Bonard, Salvador Dali, Maximilien Luce e muitos outros. Apresentou as exposições “O Que os Olhos não Vêem” em Ouro Preto-Mg. e Salvador-Ba.

Aqui na Paraíba, Capitulino criou a Associação Flávio Capitulino em homenagem ao seu ex-patrão e grande incentivador Felippe Cazeau (in memorian), para ajudar a UCAAPE – União de Cadeirantes, Andantes e Amigos de Pessoas Especiais de Alagoa Nova – PB, onde possui um encantado e belo sítio. É pai de dois lindos filhos Helena e Morpheu de Aquino Capitulino.


Campina Grande-PB, 04 de setembro de 2008

Dados Pesquisados e Compilados por

Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do RC Campina Grande

REFLEXÃO ROTÁRIA – 04/09/2008

Eusebio-Ce, 04 de setembro de 2008.


Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!


VIVER NÃO É PARA AMADORES!



Todos vivem em constante tensão. A vida é complexa, muitas vezes paradoxal e plena de riscos; não é um passeio despretensioso. Cada pessoa é responsável e, ao mesmo tempo, vítima das circunstâncias. Cada estrada que se escolha se desdobra em alguma bifurcação. Uma simples decisão gera desdobramentos mil. Os poetas e os filósofos já perceberam o siso necessário para enfrentar a imensa aventura de viver. Todo instante é inédito e exige a precisão de um relojoeiro.
Viver não é para amadores. Tudo o que se faz produz ondas, iguais às de uma pedra jogada no meio da lagoa. As escolhas, semelhantes a círculos concêntricos, espalham-se. No caso da pedra, as marolas se dissolvem nas margens do lago. Com os humanos, as conseqüências se alastram para sempre. Sim!Ninguém tem o controle dos efeitos de suas escolhas, elas repercutirão eternamente.
Viver não é para amadores. Os pais influenciam os filhos e os filhos formam famílias. Tanto bondades como maldades se reproduzem por gerações. Crianças sofrem as seqüelas das famílias disfuncionais. Muitas, oprimidas por mães castradoras, não conseguem criar os filhos. Se os pais atinassem para a sua importância na formação emocional e nos valores éticos de seus filhos, menos pacientes procurariam clínicas psiquiátricas e menos penitenciárias seriam construídas.
Viver não é para amadores. Sem saber organizar os desejos, a vida pode se perder com projetos irrelevantes. Sem dar sentido ao cotidiano, a existência pode patinar no tédio. São necessários princípios, verdades e valores para direcionar o cotidiano. As pressões têm a capacidade de destruir quem não fizer escolhas responsáveis.
Viver não é para amadores. Os indivíduos precisam uns dos outros e se ferem ao mesmo tempo. O próximo pode ser fonte de alegria e de frustração. Empobrecem os que tentam isolar-se para não passarem por decepções. Não é possível resguardar-se do amigo sem perder o viço. Só viverá bem quem não considerar o outro a razão do seu inferno. O céu pertence aos que aprenderam a relevar as inadequações alheias. Só o longânimo tem chance de ser feliz.
Viver não é para amadores. A existência é imprevisível. Não há como controlar a história ou situar os eventos futuros dentro de qualquer lógica. Por mais que os religiosos prometam, os filósofos pretendam e os sociólogos estudem, a história não se prende aos trilhos do destino. De repente, sempre de repente, chega o improvável e nessa hora será preciso coragem para não desistir. A viagem rumo ao porvir requer brios.
Viver não é para amadores. Não é fácil equilibrar o lazer com o dever, o ócio com o trabalho. Muito lazer produz tédio; muito dever, estressa. A preguiça acompanha o ócio e a fadiga, o trabalho. O rei Salomão avisou que há tempo para todas as coisas: “tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou, tempo de cozer e tempo de rasgar, tempo de juntar e tempo de espalhar o que se juntou”. Portanto, só vive quem souber transitar entre acontecimentos tão contraditórios.
Viver não é para amadores. Depressão e riso, alegria e tristeza formam a história de cada um. Quem foge da tristeza acaba neurótico, em negação, à procura de um mundo ilusório. Por outro lado, quem não sabe rir termina inclemente, à caça de gente para povoar o seu purgatório.
Viver não é para amadores. O sofrimento do mundo dói muito e não é possível evitá-lo. Contudo, é preciso achar alegria para celebrar aniversários, casamentos e formaturas. Os que se blindam para não sentirem a dor universal, sucumbem cínicos. Já os inconformados com o sofrimento universal são atraídos pelo rancor.
Viver não é para amadores. O tempo passa velozmente carregando tudo e todos. A pior angústia? Ver a areia da ampulheta, o pêndulo do relógio, a avisar que o calendário escasseia. Alguns não se dão conta que jogam a vida no lixo. Vaidades e megalomanias são ladras dissimuladas. Eternizar cada instante parece um esconderijo onde mora o segredo da felicidade.
Queridos rotarianos, viver, definitivamente, não é para amadores. Que ninguém se atreva a querer tocar a vida só. Portanto, “se algum tem falta de sabedoria, peça-a a Deus que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida”, disse o mestre de Nazaré.


Nele,



Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

REFLEXÃO ROTÁRIA DE 28/08/2008

Eusebio-Ce, 28 de agosto de 2008.


Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!


REFLEXÃO ROTÁRIA – 28/08/2008


O QUE VALE E O QUE NÃO VALE?!


A PERGUNTA: O que importa? Sim! O que é de fato importante para Deus e a criação? Pergunto isto porque desde há algum tempo na vida que minha crise crônica é de natureza vinculada ao que seja essencial e importante na existência; e isto segundo Deus e Sua revelação em Jesus, a Palavra. Como disse, trata-se de algo crônico em mim, e que espero continue assim até que tudo seja pleno no Senhor.
Digo isto porque creio que num mundo caído e enganado pelas armadilhas contra o que seja verdade em sua essência, nada pode ser mais saudável do que manter-se em permanente estado de suspeição em relação ao que seja de fato importante do ponto de vista da revelação que Deus faz de Sua vontade. O essencial é apenas e tão somente a vontade de Deus!
Jesus disse que a essencialidade da vivencia da vontade de Deus era equivalente ao comer o que é essencial à vida. “A minha comida consiste em fazer a vontade de meu Pai que está nos céus”, afirmou Ele. Comer a Palavra de Deus como entendimento aplicado à vida pela fé, segundo Jesus, é algo muito mais essencial do que ter pão e água. “Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”.
Ora, a vontade de Deus é o alimento do espírito, de tal modo que ninguém vive no espírito se não alimentar-se da obediência em fé à Palavra revelada de Deus em Jesus. Assim, algumas coisas precisam ser feitas e decididas por nós. A primeira é decidirmos acessar as informações acerca da revelação de Deus, e que se encontram nas Escrituras da Nova e Antiga Alianças. Ou seja: é preciso ler as Escrituras com um olhar simples e cheio de fé. A segunda é sabermos que todas as Escrituras se tornaram essência em Jesus, e que fora das palavras, modos e atitudes de Jesus não se tem mais Palavra alguma, mesmo da Antiga Aliança, a nos ser acrescentada. Como digo: Jesus é a Chave Hermenêutica. A terceira é cremos no que Jesus disse acerca do significado da inteira revelação, que era apenas e tão somente amar a Deus acima de tudo, e amarmos ao próximo como a nós mesmos. A quarta é praticarmos a Graça de Deus como alegria pelo Favor que nos alcançou como entendimento espiritual, através da revelação que nos foi e é trazida pelo Espírito Santo; iluminando as Escrituras para nós, e as tornando Palavra viva de Deus para a nossa existência; a qual só se faz verificável como Palavra viva em nós, se formos capazes de amar ao próximo como extensão natural de nossa gratidão pelo perdão e pela graça recebidos gratuitamente pela fé em Jesus e no amor de Deus.
Assim, amar ao próximo deve ser o alimento de cada dia dos rotarianos.
O mais, rotarianos queridos e mui amados, sinceramente, é discussão inútil e que leva à corrupção da mente. Afinal, o que é de fato importante acerca de Deus e Sua criação é apenas o que Jesus disse que era; ou seja: amor a Deus e amor ao próximo; e tudo isto de modo simples e prático, sem nenhuma converseira ou dissertação.


Nele,
Que disse: “amai o teu próximo como a ti mesmo!”


Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

REFLEXÃO ROTÁRIA – 21/08/2008

Eusebio-Ce, 21 de agosto de 2008.


Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!


REFLEXÃO ROTÁRIA – 21/08/2008



A PAZ NÃO É PRA SE SABER!



As Escrituras fazem diferença entre paz e paz. Sim! Para Deus uma é a paz do homem e outra é a paz do céu. Foi por isto que Jesus disse “a minha paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Afinal, uma é a paz dos homens e outra a paz de Deus.
A paz dos homens tem a ver com conforto, equilíbrio de poderes, controle, domínio, bens, seguranças, sucessos, liberdade de expressão, determinações afetivas, reconhecimento, tranqüilidade, autodeterminação, boas sensações, etc. Ora, tire-se qualquer dessas coisas de um homem e ele perderá toda paz que supostamente possua.
A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens decorre de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, decorre de Deus apenas, e não de circunstancias favoráveis. Sim! Porque a paz do homem é sempre emocional. A paz de Deus, entretanto, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a tudo.
Jesus deixou claro que uma é a paz da terra e outra a do céu. “A minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Assim, pergunto: Qual é a paz que você busca? A que depende do Paraíso se manifestar na terra, conforme os caprichos e ilusões do homem; ou aquela paz que excede ao entendimento, e que está presente em nós mesmo quando o mundo todo nos designa como azarões?
O conceito judaico de paz, o Shalom, é o de uma paz integral: corpo, alma e espírito. A paz de Cristo, no entanto, é maior do que o conceito de Shalom. Afinal, em Jesus, com sucessos ou não, a paz é real, e não se intimida e nem foge ante a angustia, a perda, a catástrofe, o cerco, a opressão, e qualquer outra coisa desta existência. Sim! Jesus é a nossa paz; e nada mais além Dele!
Alguém lê isto e diz: Eu já sabia. Nada novo! Ora, eu não estou aqui para falar novidades, mas apenas para anunciar aquilo que, em sendo vivido pela fé, faz a pessoa viver em novidade de vida. Portanto, pergunto: Qual é a vantagem de dizer que sabe algo se você diz que sabe sem ter jamais provado? A paz de Deus não é uma bandeira. Ela é apenas paz para ser vivida, e não pregada como discurso de sedução aos angustiados.
Amados e mui queridos rotarianos campinenses, o apóstolo Paulo diz que tudo isto se transforma em fato e realidade em nós se aprendermos a pensar, a sentir, a imaginar e falar; pois, a paz de Deus enche o coração de quem pensa o que é bom e justo, e busca sentir e falar apenas aquilo que seja construtivo. A esses se diz que a paz de Deus que excede a todo entendimento encherá suas mentes e coração.
Tudo isto que estou dizendo somente será verdade quando for verdade em você.


Nele,
Que é o príncipe da paz!

Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Homenagem do Rotary Club Campina Grande ao “Dia dos Pais”

“Honra teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo”.
(Mateus: 19.19)

O Dia do Pai tem origem na antiga Babilônia, há 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia do Pai em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, Jonh Bruce Dodd. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho, assim como no Reino Unido, Argentina e Peru. Em Portugal e na Itália é comemorado a 19 de março.

No Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. Na Alemanha se comemora no dia da Ascensão de Jesus e na Rússia é comemorada a 23 de fevereiro, chamada de “O Dia do Defensor da Pátria” (Den Zaschitnika Otetchestva). Na Austrália a data é comemorada no 2º domingo de setembro, com muita publicidade.

Ano passado a nossa homenagem cingiu-se quase que exclusivamente aos pais que já se foram, por um rejúbilo sentimental. No nosso coração não há nada de esquecido. O cheiro dos que partiram bafeja a nossa vida. O pai é o primeiro sol que encontramos na vida; o primeiro caminho, o caminho direito que foi o princípio e será o fim de nossas vidas.

Ser pai é sentir e compreender. É ter sensibilidade ativa, minuciosa e humana, capaz de solucionar os problemas dos filhos nas dificuldades da vida. Ser pai é apontar outros horizontes, outras iniciativas e ter a imaginação reformadora. É ter um espírito novo e métodos eficazes para o engrandecimento da família.

Ser pai é ter a ânsia de servir, é saber transmitir o exemplo da dignidade, da honra e da verdade. É ser presente até na ausência, quando compulsória, seja lá por quais motivos. Ser pai é ter o sentimento de amor e paz, sem perder o rigor e o cuidado vigilante.

Mas não nos esqueçamos de honrar pai e mãe, augusto preceito bíblico. Quem sempre cuidou e velou, igualmente merece ser cuidado e velado no ocaso da existência. Não importa se há penúria social, se há carência da assistência total, ou não. O que importa é o desvelo, o carinho, o afeto, a amizade, a convivência, a gratidão de quem muito recebeu e deve ter a solidariedade de assistir na alegria e na dor aquele que em continuada preocupação, lutou e se privou para dar o melhor ao filho querido. As posições se invertem no estágio avançado da vida.

Como entender a ausência e a omissão do filho que após educado e instruído partiu para outras plagas e não mais voltou. O pai que lutou com as forças obtidas tendo o suor e o sacrifício como companheiros do dever, não suporta, nem pode prescindir da permanente atenção, companheirismo e assistência de sua criatura. A missão do filho é honrar o pai com coragem moral e disciplina no espírito, cumprindo uma tarefa que é inspiração do dever e mandamento de Deus, o Pai, que é pai de todos.

Não imaginemos algo que atormente mais o filho que o remorso, por não ter honrado pai e mãe, principalmente por conflito nutrido em busca da ganância e do haver material. Existem pais adotivos, os que adotam filhos ou que cuidam como se o fossem. No trabalho, na comunidade reduzida ou ampliada, existem os verdadeiros pais. São aqueles que, essencialmente prestativos e preocupados com os problemas sociais, são reconhecidos com a expressão: “Ele é um verdadeiro pai para mim”. Essa adoção dar-se de forma pública e particular; o empresário que é excelente patrão, o padrasto que ajudou a educar e instruir o filho da companheira, o administrador público que de tão humano e responsável é titulado como “O pai da pobreza”.

Uma convivência bonita, agradável, construtiva e abastecida de confidências, nutrida por um sentimento puro e transcendental, onde o respeito e a admiração pontificam em bela harmonia. Esse sentimento deve se perpetuar à posteridade, transmitindo com zelo, presteza e determinação aos nossos filhos, os ensinamentos que recebemos de nossos pais.

Queiram todos os pais, companheiros em Rotary, familiares e amigos de nossa querida Campina Grande, receber felicitações por este dia, seguidas de nossas,

Saudações Rotárias

Hiram Ribeiro dos Santos
R C Campina Grande

Em 07 de agosto de 2008