Eusebio-Ce, 28 de agosto de 2008.
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 28/08/2008
O QUE VALE E O QUE NÃO VALE?!
A PERGUNTA: O que importa? Sim! O que é de fato importante para Deus e a criação? Pergunto isto porque desde há algum tempo na vida que minha crise crônica é de natureza vinculada ao que seja essencial e importante na existência; e isto segundo Deus e Sua revelação em Jesus, a Palavra. Como disse, trata-se de algo crônico em mim, e que espero continue assim até que tudo seja pleno no Senhor.
Digo isto porque creio que num mundo caído e enganado pelas armadilhas contra o que seja verdade em sua essência, nada pode ser mais saudável do que manter-se em permanente estado de suspeição em relação ao que seja de fato importante do ponto de vista da revelação que Deus faz de Sua vontade. O essencial é apenas e tão somente a vontade de Deus!
Jesus disse que a essencialidade da vivencia da vontade de Deus era equivalente ao comer o que é essencial à vida. “A minha comida consiste em fazer a vontade de meu Pai que está nos céus”, afirmou Ele. Comer a Palavra de Deus como entendimento aplicado à vida pela fé, segundo Jesus, é algo muito mais essencial do que ter pão e água. “Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”.
Ora, a vontade de Deus é o alimento do espírito, de tal modo que ninguém vive no espírito se não alimentar-se da obediência em fé à Palavra revelada de Deus em Jesus. Assim, algumas coisas precisam ser feitas e decididas por nós. A primeira é decidirmos acessar as informações acerca da revelação de Deus, e que se encontram nas Escrituras da Nova e Antiga Alianças. Ou seja: é preciso ler as Escrituras com um olhar simples e cheio de fé. A segunda é sabermos que todas as Escrituras se tornaram essência em Jesus, e que fora das palavras, modos e atitudes de Jesus não se tem mais Palavra alguma, mesmo da Antiga Aliança, a nos ser acrescentada. Como digo: Jesus é a Chave Hermenêutica. A terceira é cremos no que Jesus disse acerca do significado da inteira revelação, que era apenas e tão somente amar a Deus acima de tudo, e amarmos ao próximo como a nós mesmos. A quarta é praticarmos a Graça de Deus como alegria pelo Favor que nos alcançou como entendimento espiritual, através da revelação que nos foi e é trazida pelo Espírito Santo; iluminando as Escrituras para nós, e as tornando Palavra viva de Deus para a nossa existência; a qual só se faz verificável como Palavra viva em nós, se formos capazes de amar ao próximo como extensão natural de nossa gratidão pelo perdão e pela graça recebidos gratuitamente pela fé em Jesus e no amor de Deus.
Assim, amar ao próximo deve ser o alimento de cada dia dos rotarianos.
O mais, rotarianos queridos e mui amados, sinceramente, é discussão inútil e que leva à corrupção da mente. Afinal, o que é de fato importante acerca de Deus e Sua criação é apenas o que Jesus disse que era; ou seja: amor a Deus e amor ao próximo; e tudo isto de modo simples e prático, sem nenhuma converseira ou dissertação.
Nele,
Que disse: “amai o teu próximo como a ti mesmo!”
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
REFLEXÃO ROTÁRIA – 21/08/2008
Eusebio-Ce, 21 de agosto de 2008.
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 21/08/2008
A PAZ NÃO É PRA SE SABER!
As Escrituras fazem diferença entre paz e paz. Sim! Para Deus uma é a paz do homem e outra é a paz do céu. Foi por isto que Jesus disse “a minha paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Afinal, uma é a paz dos homens e outra a paz de Deus.
A paz dos homens tem a ver com conforto, equilíbrio de poderes, controle, domínio, bens, seguranças, sucessos, liberdade de expressão, determinações afetivas, reconhecimento, tranqüilidade, autodeterminação, boas sensações, etc. Ora, tire-se qualquer dessas coisas de um homem e ele perderá toda paz que supostamente possua.
A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens decorre de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, decorre de Deus apenas, e não de circunstancias favoráveis. Sim! Porque a paz do homem é sempre emocional. A paz de Deus, entretanto, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a tudo.
Jesus deixou claro que uma é a paz da terra e outra a do céu. “A minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Assim, pergunto: Qual é a paz que você busca? A que depende do Paraíso se manifestar na terra, conforme os caprichos e ilusões do homem; ou aquela paz que excede ao entendimento, e que está presente em nós mesmo quando o mundo todo nos designa como azarões?
O conceito judaico de paz, o Shalom, é o de uma paz integral: corpo, alma e espírito. A paz de Cristo, no entanto, é maior do que o conceito de Shalom. Afinal, em Jesus, com sucessos ou não, a paz é real, e não se intimida e nem foge ante a angustia, a perda, a catástrofe, o cerco, a opressão, e qualquer outra coisa desta existência. Sim! Jesus é a nossa paz; e nada mais além Dele!
Alguém lê isto e diz: Eu já sabia. Nada novo! Ora, eu não estou aqui para falar novidades, mas apenas para anunciar aquilo que, em sendo vivido pela fé, faz a pessoa viver em novidade de vida. Portanto, pergunto: Qual é a vantagem de dizer que sabe algo se você diz que sabe sem ter jamais provado? A paz de Deus não é uma bandeira. Ela é apenas paz para ser vivida, e não pregada como discurso de sedução aos angustiados.
Amados e mui queridos rotarianos campinenses, o apóstolo Paulo diz que tudo isto se transforma em fato e realidade em nós se aprendermos a pensar, a sentir, a imaginar e falar; pois, a paz de Deus enche o coração de quem pensa o que é bom e justo, e busca sentir e falar apenas aquilo que seja construtivo. A esses se diz que a paz de Deus que excede a todo entendimento encherá suas mentes e coração.
Tudo isto que estou dizendo somente será verdade quando for verdade em você.
Nele,
Que é o príncipe da paz!
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
Amados Rotarianos Campinenses,
Saudações em Cristo!
REFLEXÃO ROTÁRIA – 21/08/2008
A PAZ NÃO É PRA SE SABER!
As Escrituras fazem diferença entre paz e paz. Sim! Para Deus uma é a paz do homem e outra é a paz do céu. Foi por isto que Jesus disse “a minha paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Afinal, uma é a paz dos homens e outra a paz de Deus.
A paz dos homens tem a ver com conforto, equilíbrio de poderes, controle, domínio, bens, seguranças, sucessos, liberdade de expressão, determinações afetivas, reconhecimento, tranqüilidade, autodeterminação, boas sensações, etc. Ora, tire-se qualquer dessas coisas de um homem e ele perderá toda paz que supostamente possua.
A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens decorre de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, decorre de Deus apenas, e não de circunstancias favoráveis. Sim! Porque a paz do homem é sempre emocional. A paz de Deus, entretanto, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a tudo.
Jesus deixou claro que uma é a paz da terra e outra a do céu. “A minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. Assim, pergunto: Qual é a paz que você busca? A que depende do Paraíso se manifestar na terra, conforme os caprichos e ilusões do homem; ou aquela paz que excede ao entendimento, e que está presente em nós mesmo quando o mundo todo nos designa como azarões?
O conceito judaico de paz, o Shalom, é o de uma paz integral: corpo, alma e espírito. A paz de Cristo, no entanto, é maior do que o conceito de Shalom. Afinal, em Jesus, com sucessos ou não, a paz é real, e não se intimida e nem foge ante a angustia, a perda, a catástrofe, o cerco, a opressão, e qualquer outra coisa desta existência. Sim! Jesus é a nossa paz; e nada mais além Dele!
Alguém lê isto e diz: Eu já sabia. Nada novo! Ora, eu não estou aqui para falar novidades, mas apenas para anunciar aquilo que, em sendo vivido pela fé, faz a pessoa viver em novidade de vida. Portanto, pergunto: Qual é a vantagem de dizer que sabe algo se você diz que sabe sem ter jamais provado? A paz de Deus não é uma bandeira. Ela é apenas paz para ser vivida, e não pregada como discurso de sedução aos angustiados.
Amados e mui queridos rotarianos campinenses, o apóstolo Paulo diz que tudo isto se transforma em fato e realidade em nós se aprendermos a pensar, a sentir, a imaginar e falar; pois, a paz de Deus enche o coração de quem pensa o que é bom e justo, e busca sentir e falar apenas aquilo que seja construtivo. A esses se diz que a paz de Deus que excede a todo entendimento encherá suas mentes e coração.
Tudo isto que estou dizendo somente será verdade quando for verdade em você.
Nele,
Que é o príncipe da paz!
Pr. Hiram Ribeiro dos Santos Filho
Pastor das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em Eusébio / Ceará
e-mail: hiramfilho@yahoo.com.br
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Homenagem do Rotary Club Campina Grande ao “Dia dos Pais”
“Honra teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo”.
(Mateus: 19.19)
O Dia do Pai tem origem na antiga Babilônia, há 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.
Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia do Pai em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, Jonh Bruce Dodd. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho, assim como no Reino Unido, Argentina e Peru. Em Portugal e na Itália é comemorado a 19 de março.
No Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. Na Alemanha se comemora no dia da Ascensão de Jesus e na Rússia é comemorada a 23 de fevereiro, chamada de “O Dia do Defensor da Pátria” (Den Zaschitnika Otetchestva). Na Austrália a data é comemorada no 2º domingo de setembro, com muita publicidade.
Ano passado a nossa homenagem cingiu-se quase que exclusivamente aos pais que já se foram, por um rejúbilo sentimental. No nosso coração não há nada de esquecido. O cheiro dos que partiram bafeja a nossa vida. O pai é o primeiro sol que encontramos na vida; o primeiro caminho, o caminho direito que foi o princípio e será o fim de nossas vidas.
Ser pai é sentir e compreender. É ter sensibilidade ativa, minuciosa e humana, capaz de solucionar os problemas dos filhos nas dificuldades da vida. Ser pai é apontar outros horizontes, outras iniciativas e ter a imaginação reformadora. É ter um espírito novo e métodos eficazes para o engrandecimento da família.
Ser pai é ter a ânsia de servir, é saber transmitir o exemplo da dignidade, da honra e da verdade. É ser presente até na ausência, quando compulsória, seja lá por quais motivos. Ser pai é ter o sentimento de amor e paz, sem perder o rigor e o cuidado vigilante.
Mas não nos esqueçamos de honrar pai e mãe, augusto preceito bíblico. Quem sempre cuidou e velou, igualmente merece ser cuidado e velado no ocaso da existência. Não importa se há penúria social, se há carência da assistência total, ou não. O que importa é o desvelo, o carinho, o afeto, a amizade, a convivência, a gratidão de quem muito recebeu e deve ter a solidariedade de assistir na alegria e na dor aquele que em continuada preocupação, lutou e se privou para dar o melhor ao filho querido. As posições se invertem no estágio avançado da vida.
Como entender a ausência e a omissão do filho que após educado e instruído partiu para outras plagas e não mais voltou. O pai que lutou com as forças obtidas tendo o suor e o sacrifício como companheiros do dever, não suporta, nem pode prescindir da permanente atenção, companheirismo e assistência de sua criatura. A missão do filho é honrar o pai com coragem moral e disciplina no espírito, cumprindo uma tarefa que é inspiração do dever e mandamento de Deus, o Pai, que é pai de todos.
Não imaginemos algo que atormente mais o filho que o remorso, por não ter honrado pai e mãe, principalmente por conflito nutrido em busca da ganância e do haver material. Existem pais adotivos, os que adotam filhos ou que cuidam como se o fossem. No trabalho, na comunidade reduzida ou ampliada, existem os verdadeiros pais. São aqueles que, essencialmente prestativos e preocupados com os problemas sociais, são reconhecidos com a expressão: “Ele é um verdadeiro pai para mim”. Essa adoção dar-se de forma pública e particular; o empresário que é excelente patrão, o padrasto que ajudou a educar e instruir o filho da companheira, o administrador público que de tão humano e responsável é titulado como “O pai da pobreza”.
Uma convivência bonita, agradável, construtiva e abastecida de confidências, nutrida por um sentimento puro e transcendental, onde o respeito e a admiração pontificam em bela harmonia. Esse sentimento deve se perpetuar à posteridade, transmitindo com zelo, presteza e determinação aos nossos filhos, os ensinamentos que recebemos de nossos pais.
Queiram todos os pais, companheiros em Rotary, familiares e amigos de nossa querida Campina Grande, receber felicitações por este dia, seguidas de nossas,
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
R C Campina Grande
Em 07 de agosto de 2008
(Mateus: 19.19)
O Dia do Pai tem origem na antiga Babilônia, há 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.
Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia do Pai em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, Jonh Bruce Dodd. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho, assim como no Reino Unido, Argentina e Peru. Em Portugal e na Itália é comemorado a 19 de março.
No Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. Na Alemanha se comemora no dia da Ascensão de Jesus e na Rússia é comemorada a 23 de fevereiro, chamada de “O Dia do Defensor da Pátria” (Den Zaschitnika Otetchestva). Na Austrália a data é comemorada no 2º domingo de setembro, com muita publicidade.
Ano passado a nossa homenagem cingiu-se quase que exclusivamente aos pais que já se foram, por um rejúbilo sentimental. No nosso coração não há nada de esquecido. O cheiro dos que partiram bafeja a nossa vida. O pai é o primeiro sol que encontramos na vida; o primeiro caminho, o caminho direito que foi o princípio e será o fim de nossas vidas.
Ser pai é sentir e compreender. É ter sensibilidade ativa, minuciosa e humana, capaz de solucionar os problemas dos filhos nas dificuldades da vida. Ser pai é apontar outros horizontes, outras iniciativas e ter a imaginação reformadora. É ter um espírito novo e métodos eficazes para o engrandecimento da família.
Ser pai é ter a ânsia de servir, é saber transmitir o exemplo da dignidade, da honra e da verdade. É ser presente até na ausência, quando compulsória, seja lá por quais motivos. Ser pai é ter o sentimento de amor e paz, sem perder o rigor e o cuidado vigilante.
Mas não nos esqueçamos de honrar pai e mãe, augusto preceito bíblico. Quem sempre cuidou e velou, igualmente merece ser cuidado e velado no ocaso da existência. Não importa se há penúria social, se há carência da assistência total, ou não. O que importa é o desvelo, o carinho, o afeto, a amizade, a convivência, a gratidão de quem muito recebeu e deve ter a solidariedade de assistir na alegria e na dor aquele que em continuada preocupação, lutou e se privou para dar o melhor ao filho querido. As posições se invertem no estágio avançado da vida.
Como entender a ausência e a omissão do filho que após educado e instruído partiu para outras plagas e não mais voltou. O pai que lutou com as forças obtidas tendo o suor e o sacrifício como companheiros do dever, não suporta, nem pode prescindir da permanente atenção, companheirismo e assistência de sua criatura. A missão do filho é honrar o pai com coragem moral e disciplina no espírito, cumprindo uma tarefa que é inspiração do dever e mandamento de Deus, o Pai, que é pai de todos.
Não imaginemos algo que atormente mais o filho que o remorso, por não ter honrado pai e mãe, principalmente por conflito nutrido em busca da ganância e do haver material. Existem pais adotivos, os que adotam filhos ou que cuidam como se o fossem. No trabalho, na comunidade reduzida ou ampliada, existem os verdadeiros pais. São aqueles que, essencialmente prestativos e preocupados com os problemas sociais, são reconhecidos com a expressão: “Ele é um verdadeiro pai para mim”. Essa adoção dar-se de forma pública e particular; o empresário que é excelente patrão, o padrasto que ajudou a educar e instruir o filho da companheira, o administrador público que de tão humano e responsável é titulado como “O pai da pobreza”.
Uma convivência bonita, agradável, construtiva e abastecida de confidências, nutrida por um sentimento puro e transcendental, onde o respeito e a admiração pontificam em bela harmonia. Esse sentimento deve se perpetuar à posteridade, transmitindo com zelo, presteza e determinação aos nossos filhos, os ensinamentos que recebemos de nossos pais.
Queiram todos os pais, companheiros em Rotary, familiares e amigos de nossa querida Campina Grande, receber felicitações por este dia, seguidas de nossas,
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
R C Campina Grande
Em 07 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
DIA DO PADEIRO
HOMENAGEM DO ROTARY CLUB CAMPINA GRANDE AO
“DIA DO PADEIRO”
Dia 08 de Julho é consagrado ao “Dia do Padeiro ou Dia do Panificador”.
No dizer dos dicionaristas, Padeiro ou Panificador é aquele fabricante ou vendedor de pão; o que entrega pão aos domicílios. A enciclopédia Britânica diz que o termo correto é panificador, mas conhecido popularmente como padeiro.
A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barros para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.
Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam o pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.
Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.
No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico passou a Viena, Áustria.
A invenção de novos processos de moagem de farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.
De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o beiju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.
Conta a história portuguesa que, no ano de 1333, sob o reinado de Dom Diniz, casado com Dona Isabel, houve uma fome terrível. Para melhorar a situação, Dona Isabel empenhou suas jóias para poder comprar trigo de outras regiões e assim, poder manter seu costume de distribuir pão aos pobres.
Em um dos dias de distribuição, o rei apareceu inesperadamente. Com medo de ser censurada, ela escondeu os pães em seu regaço. O rei percebendo o gesto perguntou surpreso: “Que tendes em vosso regaço?”. A rainha respondeu em voz trêmula: “ São rosas, meu Senhor! “. O rei replicou: “Rosas em janeiro? Deixai que as veja e aspire seu perfume”. Dona Isabel abriu os braços e no chão, para pasmo geral, caíram rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas. Dom Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: Milagre, milagre!
Dia 08 de julho é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.
Temos aqui um companheiro do ramo de panificação há 28 anos e estabelecido no mesmo endereço sito à Praça Cel. Antônio Pessoa, nº. 58, um tradicionalmente ponto que identifica a panificação campinense, Panificadora Campinense. Ele começou literalmente com a mão na massa, fabricando pães e os entregando aqui em nossa cidade. A sua obstinação, o seu empenho, a sua perseverança e a sua íntegra e qualificada atuação fizeram de José Edvaldo Souza, um industrial bem sucedido. Sua bem personificada panificação e pastelaria do bairro do Mirante bem retratam o seu zelo, o seu bom gosto pelo negócio que abraçou com tanta responsabilidade e dedicação. Trata-se de um exemplar companheiro, educado, atencioso, íntegro, colaborador, participante, atuante e sempre presente em todas as nossas campanhas. Ele representa o rotariano que tem a visão ampla do que é Rotary, fazendo Rotary em família, desenvolvendo Rotary em família, ampliando Rotary em família. Ao companheiro com carinho, uma merecida homenagem que fazemos em nome do RC Campina Grande.
Ele nos traz dois exemplos de trabalhador brasileiro. Edílson de Farias e Rivaldo Farias Almeida, ambos há 12 anos são padeiros. Se eles não fossem operários padrão, José Edvaldo não os teria trazido. Eles se orgulham da profissão que abraçaram. Eles fazem o pão que o Senhor multiplicou para saciar a fome da multidão.
Eles antes do alvorecer, bem antes da saída do clarão na barra da aurora, saem de suas moradias em procura da Panificadora Campinense. Eles vão preparar a massa para a fabricação dos saborosos e quentinhos pães que tornarão as mesas dos lares de nossa cidade muito mais apetitosas. O café da manhã sem o tradicional e nutritivo pão não tem graça. Mas o nosso bom padeiro não se restringe ao pãozinho francês, crioulo, doce, baiano, recife, de milho, com leite... Ele se envereda nos brioches, croissans, torradas, baguettes, tarecos, bolachas, biscoitos, bolos, tortas, bombocados que encantam crianças, jovens, adultos e idosos.
Abençoada a missão do padeiro. Ele faz com que as humildes e sofridas mães de família, sob os auspícios do Criador, repitam a cada dia o gesto que é lembrado diuturnamente em todos os quadrantes do universo: multiplica os pães diante da necessidade que aflige seus lares, que aguça os olhares famintos dos seus filhos. O pão é o símbolo de uma alimentação milenar, desde os primórdios da civilização hebraica.
Feliz Dia do Padeiro!
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Campina Grande, 08 de julho de 2008
“DIA DO PADEIRO”
Dia 08 de Julho é consagrado ao “Dia do Padeiro ou Dia do Panificador”.
No dizer dos dicionaristas, Padeiro ou Panificador é aquele fabricante ou vendedor de pão; o que entrega pão aos domicílios. A enciclopédia Britânica diz que o termo correto é panificador, mas conhecido popularmente como padeiro.
A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barros para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.
Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam o pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.
Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.
No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico passou a Viena, Áustria.
A invenção de novos processos de moagem de farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.
De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o beiju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.
Conta a história portuguesa que, no ano de 1333, sob o reinado de Dom Diniz, casado com Dona Isabel, houve uma fome terrível. Para melhorar a situação, Dona Isabel empenhou suas jóias para poder comprar trigo de outras regiões e assim, poder manter seu costume de distribuir pão aos pobres.
Em um dos dias de distribuição, o rei apareceu inesperadamente. Com medo de ser censurada, ela escondeu os pães em seu regaço. O rei percebendo o gesto perguntou surpreso: “Que tendes em vosso regaço?”. A rainha respondeu em voz trêmula: “ São rosas, meu Senhor! “. O rei replicou: “Rosas em janeiro? Deixai que as veja e aspire seu perfume”. Dona Isabel abriu os braços e no chão, para pasmo geral, caíram rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas. Dom Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: Milagre, milagre!
Dia 08 de julho é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.
Temos aqui um companheiro do ramo de panificação há 28 anos e estabelecido no mesmo endereço sito à Praça Cel. Antônio Pessoa, nº. 58, um tradicionalmente ponto que identifica a panificação campinense, Panificadora Campinense. Ele começou literalmente com a mão na massa, fabricando pães e os entregando aqui em nossa cidade. A sua obstinação, o seu empenho, a sua perseverança e a sua íntegra e qualificada atuação fizeram de José Edvaldo Souza, um industrial bem sucedido. Sua bem personificada panificação e pastelaria do bairro do Mirante bem retratam o seu zelo, o seu bom gosto pelo negócio que abraçou com tanta responsabilidade e dedicação. Trata-se de um exemplar companheiro, educado, atencioso, íntegro, colaborador, participante, atuante e sempre presente em todas as nossas campanhas. Ele representa o rotariano que tem a visão ampla do que é Rotary, fazendo Rotary em família, desenvolvendo Rotary em família, ampliando Rotary em família. Ao companheiro com carinho, uma merecida homenagem que fazemos em nome do RC Campina Grande.
Ele nos traz dois exemplos de trabalhador brasileiro. Edílson de Farias e Rivaldo Farias Almeida, ambos há 12 anos são padeiros. Se eles não fossem operários padrão, José Edvaldo não os teria trazido. Eles se orgulham da profissão que abraçaram. Eles fazem o pão que o Senhor multiplicou para saciar a fome da multidão.
Eles antes do alvorecer, bem antes da saída do clarão na barra da aurora, saem de suas moradias em procura da Panificadora Campinense. Eles vão preparar a massa para a fabricação dos saborosos e quentinhos pães que tornarão as mesas dos lares de nossa cidade muito mais apetitosas. O café da manhã sem o tradicional e nutritivo pão não tem graça. Mas o nosso bom padeiro não se restringe ao pãozinho francês, crioulo, doce, baiano, recife, de milho, com leite... Ele se envereda nos brioches, croissans, torradas, baguettes, tarecos, bolachas, biscoitos, bolos, tortas, bombocados que encantam crianças, jovens, adultos e idosos.
Abençoada a missão do padeiro. Ele faz com que as humildes e sofridas mães de família, sob os auspícios do Criador, repitam a cada dia o gesto que é lembrado diuturnamente em todos os quadrantes do universo: multiplica os pães diante da necessidade que aflige seus lares, que aguça os olhares famintos dos seus filhos. O pão é o símbolo de uma alimentação milenar, desde os primórdios da civilização hebraica.
Feliz Dia do Padeiro!
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Campina Grande, 08 de julho de 2008
DIA DO COMERCIANTE
HOMENAGEM DO ROTARY CLUB CAMPINA GRANDE AO
“DIA DO COMERCIANTE"
No dia 16 de julho é o Dia do Comerciante. Esta data foi instituída pelo presidente do Senado Federal, João Café Filho, em 26 de outubro de 1953. Uma homenagem ao comércio, comemorada no dia em que nasceu o Visconde de Cayru – José da Silva Lisboa. Figura histórica e político baiano exerceu grande influência junto ao príncipe regente português D. João VI para que fossem abertos os portos brasileiros para o comércio com as nações amigas, em 1808.
O Rotary Club Campina Grande parabeniza a categoria importante da cadeia produtiva do País e da sociedade brasileira.
Trata-se de uma das datas mais importantes do nosso calendário, pois o comércio é vital para a economia de uma Nação. Afinal, é por meio do comércio que são escoadas todas as produções, desde os produtos hortifrutigranjeiros, até os mais sofisticados equipamentos industriais.
O comércio que já foi chamado de escambo ou escâmbio (simplesmente a troca de mercadoria por mercadoria, antes do surgimento da moeda), exercido pelos fenícios, remonta há séculos a.C., ficou chamado de negociante a pessoa que exercia o comércio que denominava o tráfico de compra e venda de produtos.
As nossas enciclopédias classificam o comerciante como aquela pessoa que exerce o comércio, isto é, permutação de produtos, troca de valores, relação de sociedade ou negócio. Se cada pessoa produzisse tudo de que necessita para viver, não haveria comércio, que é a troca de bens - - mercadorias - - e serviços por dinheiro ou, em alguns casos, por outras mercadorias. Quando a venda é feita em pequenas quantidades, diretamente do comerciante para o consumidor, recebe o nome de venda a varejo. A função do varejista é importante para uma comunidade, pois a utilidade de um produto só vai evidenciar-se se ele for posto à disposição dos consumidores.
A outra parte do comércio, a venda por atacado, envolve grandes quantidades de mercadorias do fabricante, para que sejam revendidas pelo varejista.
O desenvolvimento do comércio está intimamente ligado com a atuação do comerciante, administrando os estabelecimentos, e os comerciários, que são o elo direto com o consumidor final. Assim, ao cumprimentarmos os comerciantes de nossa cidade pelo transcurso de tão importante data, cumprimentamos também os nossos companheiros empregados no comércio.
Afinal, todos estamos imbuídos do mesmo ideal, servir cada vez mais com qualidade o público consumidor e dar nossa colaboração para o desenvolvimento econômico e social de nossa cidade e região.
Antes que façamos a homenagem a quatro companheiros comerciantes do nosso quadro rotário, pedimo-lhes nos acompanhar nas considerações que continuamos a fazer sobre tão alvissareiro assunto.
O comércio baseia-se na troca voluntária de produtos. As trocas podem ter lugar entre dois parceiros (comércio bilateral) ou entre mais do que dois parceiros (comércio multilateral). Na sua forma original, o comércio fazia-se por troca direta de produtos de valor reconhecido como diferente pelos dois parceiros, cada um valoriza mais o produto do outro. Os comerciantes modernos costumam negociar, com o uso de um meio de troca indireta, o dinheiro. É raro fazer-se troca direta hoje em dia, principalmente nos países industrializados. Como conseqüência, hoje podemos separar a compra da venda. A invenção do dinheiro (e subsequentemente do crédito, papel-moeda e dinheiro não-físico) contribuiu grandemente para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio.
A maioria dos economistas aceita a teoria de que o comércio beneficia ambos os parceiros, porque se não fosse beneficiado ele não participaria da troca, e rejeitam a noção de que toda a troca tem implícita a exploração de uma das partes.
O comércio, entre locais, existe principalmente porque há diferenças no custo de produção de um determinado b em comerciável em locais diferentes. Como tal, uma troca aos preços de mercado entre dois locais beneficia a ambos.
Sinais empíricos o sucesso do comércio podem surgir quando se compara países como a Coréia do Sul – que adota um sistema de comércio livre quase sem restrições – e a Índia – que segue uma política mais protecionista. Países como a Coréia do Sul tiveram um desempenho bastante melhor (se medido por critérios econômicos) do que países como a Índia, ao longo dos últimos cinqüenta anos.
O comércio mundial é regulamentado pela Organização Mundial de Comércio. Ele pode estar relacionado à economia formal, legalmente estabelecido, com firma registrada, dentro da lei e pagando impostos, ou pode ainda estar relacionado à economia informal, que são as atividades à margem da formalidade, sem firma registrada, sem emitir notas fiscais, sem pagar impostos.
No conceito jurídico do Direito Brasileiro o comércio é a interposição habitual da troca, visando obter lucro. Assim, são três os elementos que separam o ato de comércio dos demais atos jurídicos: a mediação (no sentido de que o comerciante não é o consumidor ou o produtor), o fim lucrativo (a atividade não pode ser gratuita) e a habitualidade. Apenas ressalte-se que hoje, com o novo código civil, a Teoria dos Atos de Comércio bem como sua classificação de comerciante, está revogada. Abandonou-se o Direito Francês para o Direito Italiano ao adotar a Teoria da Empresa, que alarga a incidência do Direito Comercial ao incluir a prestação de serviços nesse concedido.
Tudo isso foi dito para deixar patente as complexidades do ato de comerciar e as imensas dificuldades que o comerciante encontra para continuar no mercado. Nós entendemos que o ato de comerciar é um dom e uma arte, ao mesmo tempo. Parabéns aos comerciantes de valor e bem sucedidos de nossa querida cidade.
Após esses prolegômenos, passamos a prestar efetivamente nossa homenagem de hoje. Sem demérito para os não nominados comerciantes do nosso quadro social em Rotary, de resto da nossa cidade, quis a orientação que recebemos homenagear, desta feita, três comerciantes que nasceram e vivem no e do comércio. OLACI CAVALCANTI ALBUQUERQUE, EMERSON CAVALCANTI ALBUQUERQUE, ZOURAIDE SILVEIRA E ALEXANDRE JOSÉ BELTRÃO MOURA.
Se não bastasse a constituição de uma firma comercial sob o título OLAVO CAVALCANTI E CIA. LTDA., em 02.05.1946 lá na Rua Índios Cariris, nº 55, 62 anos passados, por seu emérito progenitor, consta nos arquivos da Junta Comercial do Estado da Paraíba a constituição da firma OLACANTI REP. E COM. LTDA., em 25.01.1954 com atuação até hoje sob o comando dos sócios Olaci e Emerson, nossos assíduos companheiros em nossas atividades ordinárias e festivas.
Uma empresa de tradição que durante 54 longos anos continua prestando um relevante serviço ao consumidor de todo um compartimento que congrega mais de 50 municípios. No ramo de instrumentos musicais e equipamentos eletro-eletrônicos OLACANTI é uma referência no mercado. Houve a época de ouro do material fonográfico, despontando discos e fitas magnéticas. Nós consumidores tínhamos a certeza que o disco de vinil da melhor qualidade chegaria para deleite nosso, apreciadores da melhor música. Também estão incursos no ramo alimentício, com representação de fermento para panificação.
São mais que cinco decênios prestando relevantes ser viços à nossa sociedade, recolhendo impostos e dando empregos, um inestimável contributo para o desenvolvimento da nossa Rainha da Borborema. São nossos companheiros Olaci e Emerson Cavalcanti Albuquerque, duas pessoas do mais alto merecimento em nossa sociedade. Eles têm comportamento irretocável, reputação ilibada, sempre muito cavalheiros e solícitos dentro e fora da atividade comercial. Eles mantêm a organização criada pelo pai no mesmo endereço, com a mesma performance, mantendo viva a clava forte do pioneirismo.
Trazem o escopo do memorável Olavo Cavalcanti, Olacanti, carinhosamente chamado por toda grande Campina, exemplo de dedicação e honradez no comércio e na sociedade campinense. Desejamos estender essa humílima homenagem à Dona Franci, iniciante em tudo ao lado do marido, inda hoje comparece todas as tardes na firma que é seu segundo lar. Aos nossos companheiros, nossa homenagem que se estende a toda a família Cavalcanti com extensão às suas esposas Elizabel e Rosalia, filhos e netos.
Temos a também agradável incumbência de homenagear ZOURAIDE SILVEIRA, mais conhecida como Seudão de saia, nossa companheira, atuante e muito presente companheira. Sua primeira atividade comercial teve inicio na CAVESA – Campina Grande Veículos S. A., empresa adquirida por Seudão a empresários pernambucanos. Em 27.01.1966, Seudão que já era comerciante informal no ramo de compra e venda de caminhões, abriu uma concessionária Chevrolet tendo os filhos Zouraide Silveira e João Silveira Guimarães Filho como sócios e administradores do negócio, já que seu tempo era mais dedicado à agricultura e pecuária. Desde 1966 é acionária da antiga Dão Silveira Comércio S. A., hoje Dão Silveira Motors Ltda., é também sócia-cotista das empresas Natal Veículos Ltda. e Espacial Veículos Ltda., sediadas em Natal- RN., além de atuar no ramo de moda feminina há quase trinta anos.
Mesmo sendo a primogênita da família, não teve a menor regalia e ao ter que subscrever sua participação acionária nos negócios, o fez com recursos próprios, advindo de suas economias nos negócios com escritório de projetos agro-pecuários com recursos provenientes dos artigos 3418 da Sudene. Recorda que tinha grande vontade de possuir um carro Karmann-Guia e externou isso ao pai, quando defronte à firma passou um dos modelos.
- “Papai tenho tanta vontade de possuir um carro desses!” exclamou a Seudão. Ele redargüiu dizendo: “Bichinha que carro é esse”?, ao que ela respondeu: - “É um Karmann-Guia, o carro dos meus sonhos”...” –“Você vai ter um carro desses, Bichinha” . “O Senhor vai me dar o carro?”. – “Não Bichinha, você vai comprar um. Você já tem a metade e a outra metade você vai trabalhar, ganhar dinheiro e compra-lo, porque quem tem a vontade, já tem a metade...” Assim ela fez, quando ganhou dinheiro comprou o carro que queria.
Economista e Administradora de Empresas têm embasamento acadêmico e larga experiência administrativa. Diretora Administrativa das Concessionárias Chevrolet já nominadas, foi várias vezes presidente da CDL – CG, presidente da FCDL – PB e Vice-Presidente da CNDL, faz parte do Conselho Diretor da ACECG, Diretora-Administrativa da embrionária Cooperativa de Crédito da ACECG e recém eleita Presidente do CEAPE – Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos.
Abraça todas as causas que estejam direcionadas para o desenvolvimento e progresso da cidade que a acolheu com apenas dois anos de idade. Constitui lisonja o reconhecimento que lhe conferem as pessoas que a vêem como primeira mulher a presidir organizações dantes só comandadas por homens.
Por fim temos um homenageado de alcance e peso, por sua excelência em uma atividade bastante complexa e em voga no mundo inteiro – os complicados e multi-necessários Softwares. Leva o nome de Campina Grande aos quadrantes do universo com uma tecnologia avançadíssima engrandecendo cada vez mais uma Campina que já é grande. Mas a homenagem que o fazemos é em razão do excelente trabalho à frente da ACECG enaltecendo a figura impar do comerciante. Palestras, conferências, encontros e a divulgação incansável dos direitos e anseios da classe empresarial, combatendo a excessiva carga tributária que escorcha os sofridos e sacrificados comerciantes de nossa cidade.
Com vasta cultura e centenas de horas de vôo, trabalha diuturnamente em sua atividade empresarial e à frente de uma octogenária organização que é orgulho de nosso povo. Ele vai ocupar nos próximos dias a presidência da Federação das Associações Comerciais do Estado da Paraíba. As homenagens que ele comandou ontem à noite na ACECG com a presença em massa do mundo empresarial e político de nossa cidade bem retratam o seu prestígio e a sua capacidade de aglutinar pessoas em prol do comercio e do empreendedorismo campinense. Parabéns companheiro Alexandre Moura!
Vamos continuar homenageando nossos companheiros em datas comemorativas às suas profissões e ocupações. Que tantos outros ilustres comerciantes rotarianos ou não de nossa cidade sintam-se agraciados e parabenizados por tão grata efeméride, e aceitem nossas mais efusivas
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do R C Campina Grande
Campina Grande, 17 de julho de 2008
“DIA DO COMERCIANTE"
No dia 16 de julho é o Dia do Comerciante. Esta data foi instituída pelo presidente do Senado Federal, João Café Filho, em 26 de outubro de 1953. Uma homenagem ao comércio, comemorada no dia em que nasceu o Visconde de Cayru – José da Silva Lisboa. Figura histórica e político baiano exerceu grande influência junto ao príncipe regente português D. João VI para que fossem abertos os portos brasileiros para o comércio com as nações amigas, em 1808.
O Rotary Club Campina Grande parabeniza a categoria importante da cadeia produtiva do País e da sociedade brasileira.
Trata-se de uma das datas mais importantes do nosso calendário, pois o comércio é vital para a economia de uma Nação. Afinal, é por meio do comércio que são escoadas todas as produções, desde os produtos hortifrutigranjeiros, até os mais sofisticados equipamentos industriais.
O comércio que já foi chamado de escambo ou escâmbio (simplesmente a troca de mercadoria por mercadoria, antes do surgimento da moeda), exercido pelos fenícios, remonta há séculos a.C., ficou chamado de negociante a pessoa que exercia o comércio que denominava o tráfico de compra e venda de produtos.
As nossas enciclopédias classificam o comerciante como aquela pessoa que exerce o comércio, isto é, permutação de produtos, troca de valores, relação de sociedade ou negócio. Se cada pessoa produzisse tudo de que necessita para viver, não haveria comércio, que é a troca de bens - - mercadorias - - e serviços por dinheiro ou, em alguns casos, por outras mercadorias. Quando a venda é feita em pequenas quantidades, diretamente do comerciante para o consumidor, recebe o nome de venda a varejo. A função do varejista é importante para uma comunidade, pois a utilidade de um produto só vai evidenciar-se se ele for posto à disposição dos consumidores.
A outra parte do comércio, a venda por atacado, envolve grandes quantidades de mercadorias do fabricante, para que sejam revendidas pelo varejista.
O desenvolvimento do comércio está intimamente ligado com a atuação do comerciante, administrando os estabelecimentos, e os comerciários, que são o elo direto com o consumidor final. Assim, ao cumprimentarmos os comerciantes de nossa cidade pelo transcurso de tão importante data, cumprimentamos também os nossos companheiros empregados no comércio.
Afinal, todos estamos imbuídos do mesmo ideal, servir cada vez mais com qualidade o público consumidor e dar nossa colaboração para o desenvolvimento econômico e social de nossa cidade e região.
Antes que façamos a homenagem a quatro companheiros comerciantes do nosso quadro rotário, pedimo-lhes nos acompanhar nas considerações que continuamos a fazer sobre tão alvissareiro assunto.
O comércio baseia-se na troca voluntária de produtos. As trocas podem ter lugar entre dois parceiros (comércio bilateral) ou entre mais do que dois parceiros (comércio multilateral). Na sua forma original, o comércio fazia-se por troca direta de produtos de valor reconhecido como diferente pelos dois parceiros, cada um valoriza mais o produto do outro. Os comerciantes modernos costumam negociar, com o uso de um meio de troca indireta, o dinheiro. É raro fazer-se troca direta hoje em dia, principalmente nos países industrializados. Como conseqüência, hoje podemos separar a compra da venda. A invenção do dinheiro (e subsequentemente do crédito, papel-moeda e dinheiro não-físico) contribuiu grandemente para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio.
A maioria dos economistas aceita a teoria de que o comércio beneficia ambos os parceiros, porque se não fosse beneficiado ele não participaria da troca, e rejeitam a noção de que toda a troca tem implícita a exploração de uma das partes.
O comércio, entre locais, existe principalmente porque há diferenças no custo de produção de um determinado b em comerciável em locais diferentes. Como tal, uma troca aos preços de mercado entre dois locais beneficia a ambos.
Sinais empíricos o sucesso do comércio podem surgir quando se compara países como a Coréia do Sul – que adota um sistema de comércio livre quase sem restrições – e a Índia – que segue uma política mais protecionista. Países como a Coréia do Sul tiveram um desempenho bastante melhor (se medido por critérios econômicos) do que países como a Índia, ao longo dos últimos cinqüenta anos.
O comércio mundial é regulamentado pela Organização Mundial de Comércio. Ele pode estar relacionado à economia formal, legalmente estabelecido, com firma registrada, dentro da lei e pagando impostos, ou pode ainda estar relacionado à economia informal, que são as atividades à margem da formalidade, sem firma registrada, sem emitir notas fiscais, sem pagar impostos.
No conceito jurídico do Direito Brasileiro o comércio é a interposição habitual da troca, visando obter lucro. Assim, são três os elementos que separam o ato de comércio dos demais atos jurídicos: a mediação (no sentido de que o comerciante não é o consumidor ou o produtor), o fim lucrativo (a atividade não pode ser gratuita) e a habitualidade. Apenas ressalte-se que hoje, com o novo código civil, a Teoria dos Atos de Comércio bem como sua classificação de comerciante, está revogada. Abandonou-se o Direito Francês para o Direito Italiano ao adotar a Teoria da Empresa, que alarga a incidência do Direito Comercial ao incluir a prestação de serviços nesse concedido.
Tudo isso foi dito para deixar patente as complexidades do ato de comerciar e as imensas dificuldades que o comerciante encontra para continuar no mercado. Nós entendemos que o ato de comerciar é um dom e uma arte, ao mesmo tempo. Parabéns aos comerciantes de valor e bem sucedidos de nossa querida cidade.
Após esses prolegômenos, passamos a prestar efetivamente nossa homenagem de hoje. Sem demérito para os não nominados comerciantes do nosso quadro social em Rotary, de resto da nossa cidade, quis a orientação que recebemos homenagear, desta feita, três comerciantes que nasceram e vivem no e do comércio. OLACI CAVALCANTI ALBUQUERQUE, EMERSON CAVALCANTI ALBUQUERQUE, ZOURAIDE SILVEIRA E ALEXANDRE JOSÉ BELTRÃO MOURA.
Se não bastasse a constituição de uma firma comercial sob o título OLAVO CAVALCANTI E CIA. LTDA., em 02.05.1946 lá na Rua Índios Cariris, nº 55, 62 anos passados, por seu emérito progenitor, consta nos arquivos da Junta Comercial do Estado da Paraíba a constituição da firma OLACANTI REP. E COM. LTDA., em 25.01.1954 com atuação até hoje sob o comando dos sócios Olaci e Emerson, nossos assíduos companheiros em nossas atividades ordinárias e festivas.
Uma empresa de tradição que durante 54 longos anos continua prestando um relevante serviço ao consumidor de todo um compartimento que congrega mais de 50 municípios. No ramo de instrumentos musicais e equipamentos eletro-eletrônicos OLACANTI é uma referência no mercado. Houve a época de ouro do material fonográfico, despontando discos e fitas magnéticas. Nós consumidores tínhamos a certeza que o disco de vinil da melhor qualidade chegaria para deleite nosso, apreciadores da melhor música. Também estão incursos no ramo alimentício, com representação de fermento para panificação.
São mais que cinco decênios prestando relevantes ser viços à nossa sociedade, recolhendo impostos e dando empregos, um inestimável contributo para o desenvolvimento da nossa Rainha da Borborema. São nossos companheiros Olaci e Emerson Cavalcanti Albuquerque, duas pessoas do mais alto merecimento em nossa sociedade. Eles têm comportamento irretocável, reputação ilibada, sempre muito cavalheiros e solícitos dentro e fora da atividade comercial. Eles mantêm a organização criada pelo pai no mesmo endereço, com a mesma performance, mantendo viva a clava forte do pioneirismo.
Trazem o escopo do memorável Olavo Cavalcanti, Olacanti, carinhosamente chamado por toda grande Campina, exemplo de dedicação e honradez no comércio e na sociedade campinense. Desejamos estender essa humílima homenagem à Dona Franci, iniciante em tudo ao lado do marido, inda hoje comparece todas as tardes na firma que é seu segundo lar. Aos nossos companheiros, nossa homenagem que se estende a toda a família Cavalcanti com extensão às suas esposas Elizabel e Rosalia, filhos e netos.
Temos a também agradável incumbência de homenagear ZOURAIDE SILVEIRA, mais conhecida como Seudão de saia, nossa companheira, atuante e muito presente companheira. Sua primeira atividade comercial teve inicio na CAVESA – Campina Grande Veículos S. A., empresa adquirida por Seudão a empresários pernambucanos. Em 27.01.1966, Seudão que já era comerciante informal no ramo de compra e venda de caminhões, abriu uma concessionária Chevrolet tendo os filhos Zouraide Silveira e João Silveira Guimarães Filho como sócios e administradores do negócio, já que seu tempo era mais dedicado à agricultura e pecuária. Desde 1966 é acionária da antiga Dão Silveira Comércio S. A., hoje Dão Silveira Motors Ltda., é também sócia-cotista das empresas Natal Veículos Ltda. e Espacial Veículos Ltda., sediadas em Natal- RN., além de atuar no ramo de moda feminina há quase trinta anos.
Mesmo sendo a primogênita da família, não teve a menor regalia e ao ter que subscrever sua participação acionária nos negócios, o fez com recursos próprios, advindo de suas economias nos negócios com escritório de projetos agro-pecuários com recursos provenientes dos artigos 3418 da Sudene. Recorda que tinha grande vontade de possuir um carro Karmann-Guia e externou isso ao pai, quando defronte à firma passou um dos modelos.
- “Papai tenho tanta vontade de possuir um carro desses!” exclamou a Seudão. Ele redargüiu dizendo: “Bichinha que carro é esse”?, ao que ela respondeu: - “É um Karmann-Guia, o carro dos meus sonhos”...” –“Você vai ter um carro desses, Bichinha” . “O Senhor vai me dar o carro?”. – “Não Bichinha, você vai comprar um. Você já tem a metade e a outra metade você vai trabalhar, ganhar dinheiro e compra-lo, porque quem tem a vontade, já tem a metade...” Assim ela fez, quando ganhou dinheiro comprou o carro que queria.
Economista e Administradora de Empresas têm embasamento acadêmico e larga experiência administrativa. Diretora Administrativa das Concessionárias Chevrolet já nominadas, foi várias vezes presidente da CDL – CG, presidente da FCDL – PB e Vice-Presidente da CNDL, faz parte do Conselho Diretor da ACECG, Diretora-Administrativa da embrionária Cooperativa de Crédito da ACECG e recém eleita Presidente do CEAPE – Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos.
Abraça todas as causas que estejam direcionadas para o desenvolvimento e progresso da cidade que a acolheu com apenas dois anos de idade. Constitui lisonja o reconhecimento que lhe conferem as pessoas que a vêem como primeira mulher a presidir organizações dantes só comandadas por homens.
Por fim temos um homenageado de alcance e peso, por sua excelência em uma atividade bastante complexa e em voga no mundo inteiro – os complicados e multi-necessários Softwares. Leva o nome de Campina Grande aos quadrantes do universo com uma tecnologia avançadíssima engrandecendo cada vez mais uma Campina que já é grande. Mas a homenagem que o fazemos é em razão do excelente trabalho à frente da ACECG enaltecendo a figura impar do comerciante. Palestras, conferências, encontros e a divulgação incansável dos direitos e anseios da classe empresarial, combatendo a excessiva carga tributária que escorcha os sofridos e sacrificados comerciantes de nossa cidade.
Com vasta cultura e centenas de horas de vôo, trabalha diuturnamente em sua atividade empresarial e à frente de uma octogenária organização que é orgulho de nosso povo. Ele vai ocupar nos próximos dias a presidência da Federação das Associações Comerciais do Estado da Paraíba. As homenagens que ele comandou ontem à noite na ACECG com a presença em massa do mundo empresarial e político de nossa cidade bem retratam o seu prestígio e a sua capacidade de aglutinar pessoas em prol do comercio e do empreendedorismo campinense. Parabéns companheiro Alexandre Moura!
Vamos continuar homenageando nossos companheiros em datas comemorativas às suas profissões e ocupações. Que tantos outros ilustres comerciantes rotarianos ou não de nossa cidade sintam-se agraciados e parabenizados por tão grata efeméride, e aceitem nossas mais efusivas
Saudações Rotárias
Hiram Ribeiro dos Santos
Secretário do R C Campina Grande
Campina Grande, 17 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Bem vindos!
Bem vindos ao Blog do Rotary Club Campina Grande. A partir de hoje estamos colocando na Internet notícias e fatos do mais antigo clube rotário da cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba.
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